Diário de um mago
Compartilhando idéias…

Minha infância foi marcada por três coisas: Cavaleiros do Zodíaco, Mega Drive e, principalmente, DC Comics. Eu comecei minha coleção exatamente na época da Morte do Super-Homem, e fui fiel à DC até o fim do século 20, quando em 2000 as revistas da Abril deixaram de ser gibis de 2,50 pra serem encadernados de 10 reais (um absurdo pra época). Então, de todas as sagas que eu pude acompanhar nos meus 4 anos de DCnauta, uma que mais me chamou a atenção e eu sempre tive curiosidade pra saber como se encerrava era a da nova Supergirl.

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E é dela que irei comentar neste novo post do blog.

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A história começa com a jovem Linda Danvers um pouco desmemoriada, dentro da banheira, sem saber como foi parar ali e coberta de sangue. Suas memórias estão absurdamente fragmentadas e o máximo do que ela lembra é de fogo, gritos e a dor de um esfaqueamento. Depois disso, o que se segue é um monólogo “meio” confuso da própria Linda que não consegue entender o que aconteceu na vida dela.

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Memórias vão vindo aos poucos e com isso, novas descobertas como o fato dela se lembrar de pessoas que ela nunca viu na vida (os Kent, o Super, Lex Luthor…) além do fato que ela tinha memórias que não eram dela. E logo ela quis correr, fugir da vida, e isso a fez correr mais rápido que uma bala!

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Foi nesse momento que ela se lembrou que, no ultimo momento, em que Supergirl e Linda Danvers estavam morrendo as duas se fundiram!!! (ok, super clichê, mas vale a pena!) E agora começa um novo arco de histórias da heroína de segundo plano da DC mais famosa do mundo!

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Ok, Eriol, o por que de um post dedicado a esse gibi?

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Por duas razões. A primeira, como venho sempre falando aqui, tudo que leio atualmente eu busco aprender técnicas pra serem usadas no Londres. No caso de Supergirl num tem nada a aprender, a não ser o fato que a narrativa segue aquele “padrão de qualidade” que mencionei anteriormente sobre Fullmetal Alchemist.

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A história é bem amarrada. Pontas soltas são pontas amarradas mais pra frente. QUALQUER personagem que entra na história tem sua importância (como, por exemplo, o drama da melhor amiga da Supergirl que teve o irmão assassinado.) (Ok, isso em livro é comum, mas estamos falando de Gibis!!! Naquela época ler gibi era que nem jogar lobisomem: Matar, Pilhar e Destruir!!!). A trama possui muitas subtramas além da trama principal que é secreta no qual você vai descobrindo aos poucos. (fora o fato que ela é um T’são.)

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E o melhor: Cara, estamos falando de anos noventa. Sabe o que esses quadrinhos falavam? De seitas satânicas, conjurações de espíritos maléficos, bruxos controversos, assassinatos, sexo, sexo grupal, homossexualismo … em resumo, TUDO AQUILO que era “O.O” nos anos noventa.

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Sim meus caros… Quando eu era mininu o povo ria de mim por eu ser fã da Supergirl. Mal sabem eles que hoje sou “De Trevas” por causa dela!

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(Sim, Chel, Supergirl é do Maaaallll \m/)

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E temos o segundo motivo pra eu estar falando de Supergirl aqui no meu blog: MERCHANDISING!

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No fórum do Só Quadrinhos, a parte da Supergirl estava desfalcada e só com a parte que foi publicada pela extinta Abril Comics (sim, aquela que fazia os gibis), daí, aquele que vos fala, resolve dar uma de “Superboy” e diz: “Manda ae as que faltam, que eu mesmo traduzo!!!” (ok, depois desta fala eu mereço estar com os punhos na cintura e uma musiquinha de fundo do Superman de 1940).

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Então é isso. Além de divulgar uma das minhas literaturas favoritas da minha época de mininim, ainda to fazendo um merchanda pra vocês verem como andas as minhas Traduções^^. (so por vias de curiosidade, será a partir da Supergirl #15).

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Então, um abraço à todos e desculpas pelo atraso no blog!

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Fui.


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Sou daqueles tipos de pessoa que não aceita que algumas coisas fujam de seu estado de origem. Tipo, pra mim pagode e forró são músicas tipicamente brasileiras e que certamente não funcionam com outras línguas. E, obviamente, pra mim Rock n’Roll é natural do inglês, e rocks brasileiros, argentinos, gregos, egípcios, não funcionam! Pra mim perdem a identidade do Rock.

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Entretanto… venho aqui humildemente dizer que: existem exceções! E uma delas sem dúvida nenhuma é o que os japoneses vem fazendo nos últimos anos: J-Rock!

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Claro que os J-Rock nasceram dos animes, com suas aberturas sempre recheadas de guitarra e bateria, com aquelas letras chinfrim tipo “chala-he-chala” ou que no português temos certeza ter escutado outra coisa (“O cara tussiu…”). Mas nos últimos anos comecei a prestar atenção que os japoneses, como tudo aquilo que eles fazem, estavam começando a se especializar nisso e até, quem diria, fazer coisas mais decentes. E sinceramente, o que eu mais acho bacana, é que eles ainda deixam claro que “rock de verdade é inglês” então eles sempre deixam aquelas palavras, frases ou até mesmo refrões inteiros em inglês pra dar aquele “toque de rock”.

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E na minha opinião na fazem feio. Não os atuais.

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Claro que uns 5 anos atrás a maioria dos rock japoneses deveriam sair num album: “Só Pra Baixinhos em Japonês!”. Mas a coisa vem mudando. Vem surgindo a cada dia diversas bandas que não fazem feio e se mostram bem competentes na hora de botar as guitarras pra gritar.

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Como este artigo não é muito genérico, pois gosto é que nem bunda: cada um tem o seu, ao invés de dizer aqui o que é bom ou ruim, vou dar alguns exemplos de bandas que curto atualmente. Certamente vocês vão perceber que todos vieram de animes que curto (alguém falou Fullmetal?), mas é legal conhecer a discografia de uma banda ao invés de ficar so no single que toca na abertura do anime.

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Vamos lá?

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Nightmare: Certamente a banda motivo d’eu criar esse post. Tive contato com ela durante o anime Death Note e curti muito a batida e o som dela na abertura e encerramento da série. Basicamente a banda se especializou em fazer um tipo de rock mais agressivo, mas sem ser metal. Claro que ela tem vários toques de pop-rock, mas ficam todos apagados com a profissionalidade da banda. Como referencias diria que ela se parece muito com Breaking Benjamin e Godsmack.

Nota: 10.

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L’Arc~en~ciel: Um nome bonito pra uma banda que também faz bonito. Na verdade, o que realmente é o ápice da banda são as letras: quase todas tocam na alma de quem as estendem (claro, temos que apelar pra procurar a letra traduzida da musica^.^). Ela fica bem no status do Pop, porém nem de longe parece Nx-Zero ou Detonautas. Como sempre a qualidade e o cuidado que os japas tem ao fazer uma single tem sua grande diferença!

Nota: 9

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Asian Kung-Fu Generation: Por causa de Naruto o MUNDO conhece essa banda. E claro, apesar da banda tentar não parecer, esta daki é pop-pop-pop! Não é ruim, sério mesmo! Eu curti o tempinho que passei “viajando” de metrô em São Paulo escutando AKFG, e ela dá uma boa dose de animação na sua vida. É outra também que se você conhecer as letras saberá que as musicas não falam de dores de cutuvelo ou amores não-correspondidos como é o clichê do rock brasuca. A maioria fala sobre “dar a volta por cima”, “reescrever a vida”, “encarar os desafios”… em fim, é o tipo de banda pr’aquela faixa etária que tá se matando pra passar no vestibular e não agüenta a pressão da sociedade.

Nota: 8

Obs: uma das idéias de “tema” da 4temp é uma musica de AKFG!

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NICO Touches the Walls: Essa infelizmente não tenho muuuito o q eu falar. Ainda to esperando que saia o álbum novo deles que vem a musica “Hologram”, mas no single que saiu deu pra conferir 2 musicas diferentes que não são aberturas de Fullmetal. Então, do pouquinho que eu percebi é uma banda que também é “pop-pop” como AKFG, só que um bom toque de L’arc~en~ciel. Curto bastante a criatividade deles, que chamou atenção logo na abertura de Fullmetal com Hologram.

Nota: 8

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YUI: A Avril Lavigne do Japão. Não tem o que dizer mais! Ela tem uma voz deliciosa. Musicas envolventes, mas segue o mesmo padrão da Avril de misturar draminha com guitarras. Posso estar até sendo injusto com uma das duas, e os fãs de uma delas me desculpem de inicio, mas essa foi a impressão que tive. Muita boa pra escutar enquanto tá apenas “fazendo nada” na internet!

Nota: 7.5

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Miho Fukuhara: Essa daki infelizmente não tenho nada pra comentar de concreto porque, assim como NICO, não lançou ainda o álbum completo, só a single de encerramento de Fullmetal. Inicialmente achei ela parecida com as meninas de Yellow Generation, até ver o vídeo dela no You Tube. Há! Eu não agüentei quando vi: É a Vanessa Camargo do Japão MESMO!!!! Não to criticando, pelo contrário! É que se vocês verem o clipe vão entender o que to falando! É a filha do Zezé de olhos puxados!!! Além de, por sinal, ser muito linda e ter uma voz foda! Não darei nota pq so conheço 1 musica, mas me empenho em buscar mais!

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Daí é isso, galera! Aqueles que quiserem me ajudar a conhecer mais banda deixem seus comentários. Adoro musica e adoro mais ainda Rock, e vou adorar conhecer outras bandas!

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Até a próxima!


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Dando continuidade aos artigos relacionados ao Londres de Trevas, técnicas de narrativa, influências e construção de cenário, hoje irei falar sobre Personagens e Ganchos em aberto.

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A idéia principal quando se vai criar uma história é: “Do que ou de quem irei contar uma história?”. Quando se trata principalmente de um romance, é difícil falar “do que”, afinal fazer um romance sobre “As Belezas e Desafios do Pantanal” não tem tanta emoção quanto contar a história de pessoas, com suas vidas e conflitos humanos. Então nesse ponto era o fator: “Personagens”. Mas, qual o real papel dos personagens numa história?

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Primeiramente você pensa: “pô, Eriol, é obvio: eles são o coração da história. A narrativa não é nada sem seu protagonista!”. Sim, vocês estão certos! Agora… E se eu disser que os Personagens são muito mais do que simplesmente o “Coração” da história? E se eu disser que eles são o pulmão, o estomago, o fígado, o intestino, os rins, os órgãos genitais, o cérebro… Sim, os Personagens são muito mais do que “aquele que bombeia a vida para a história”, eles são o cerne de tudo aquilo que torna a história viva.

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Você pode ter um cenário perfeito. Uma história perfeita. Uma narrativa formidável! Mas tudo isso cai por terra quando você não tem Personagens pra dar vida a isso tudo! E ainda fazendo analogia ao corpo humano, os Personagens também são divididos numa trama em categorias bem claras: Os principais (vitais, como cérebro e coração), os secundários (Rins e o fígado) e os terciários (como os órgãos genitais). E cada um deles deve ser bem preparado na criação de uma história, se não tudo cai por terra.

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Peguemos por exemplo o Londres de Trevas. É claro para os leitores que nessa 3ª temporada o personagem principal é o anjo Danyael Kimble. A série começa com ele, e independente de qual arco esteja no ar, ele sempre aparece e tem uma história só dele, colateral a história principal. Outros personagens principais, porém sempre vistos em segundo plano com relação ao Danyael, temos o Erick Russell e Sebastian West. São personagens que também seguiram toda a Temporada e sempre vão estar mais focados que outros.

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Sem seguida temos os personagens secundários. Neles posso citar todos os personagens “principais” dos arcos. Lembra quando disse que a 3temp é subdivida em grandes arcos e cada arco é focado em um grupo de personagens? Então, temos: Nick, Derek, Stephanie, Dan Viper, Matt, Spark, James, Keira, Phill, Lilith, Michelle e Flávius. Cada um desses personagens tem uma importancia vital pra série, entretanto são personagens considerados secundários por que eles influenciam SIM na história, porém não são vitais (vide que posso matar um ou outro sem REALMENTE acabar com a história). Tipo um rim. Você pode viver com um!

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Não estou aqui desmerecendo os personagens, mas é obvio isso. A história, por mais que seja aberta como uma Crônica (contos de uma cidade sobrenatural), ela precisa ter um foco mais preciso, e nesse caso é o protagonista Danyael, que quando não esteve presente foi muito bem substituído pelo Erick e pelo Sebastian. Então, no caso dos secundários, eles precisam dar mais vida à história, afinal não é um monólogo sobre a vida de 1 única pessoa.

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Depois disso temos os Terciários, que por sinal são o real motivo deste post. Eles são a base que sustenta a pirâmide. Por mais que todos olhem para cima, sem eles é impossível ter os personagens primários e secundários. Quem eles são: os pais, a família, os amigos, os colegas do trabalho, e por ai vai… Os terciários muitas vezes são confundidos com os Antagonistas, porém o cú não tem nada haver com as calças! Antagonistas também são separados em primários, secundários e terciários, e numa lista diferente dos personagens protagonistas. (além do que, os Antagonistas são muito mais importantes pra historia do que qualquer protagonista loiro, alto, e forte que tem uma espada fuderosa).

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Tendo ciência disso, sabemos que ao planejar nossas histórias temos que ter muito cuidado na escolha dos personagens e, principalmente, na inclusão dos mesmos. É claro que, quando se trata de uma longa trama, nenhum escritor tem uma idéia precisa de quantos personagens irá usar ao decorrer da trama. Mas, ao incluir qualquer tipo de personagem, temos que ter em mente que: se colocou ele, agora arque com a responsabilidade.

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“Como assim, Eriol?”

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Simplesmente não podemos colocar um personagem, no caso terciário, à toa na série e deixá-lo à míngua (ou simplesmente desaparecer com ele) durante a história. Se você colocou. Deu nome e sobrenome. Deu uma pequena história. Então agora arque com o peso de que ele é agora um terciário e deve ter tanta atenção quando você dá pros secundários e primários. Por que se você não fizer isso haverá o que se chamamos de “ponta solta”. Tenho um exemplo perfeito pra esse tipo de caso.

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Vocês já assistiram a série Lost? Lembra da repercussão que gerou em trono do fato do Rodrigo Santoro está na série? Então… pra quem assistiu a série já sabe onde estou querendo chegar! Simplesmente a série inclui o personagem do Rodrigo na promessa de no mínimo dá algum tipo de gás a história, ele foi desenvolvido, tinha background, personalidade, enfim… era o típico personagem terciário da série. Agora, o que aconteceu REALMENTE com ele na série? R: Foi totalmente esquecido e deixado de lado, à ponto de que os roteiristas, num desespero que eles mesmos assumem o erro, tiveram que matá-lo para não fazer mais merda.

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Outro exemplo, desta vez absurdamente negativo, que posso dar é Smallville. Durante a sexta temporada simplesmente tiram a personagem Martha Kent da série (sim, a MÃE do Super-Homem) e hoje ela tá tão esquecida que nem um “telefonema nos dias das mães” o (perfeito) Clark Kent dá. E vice-versa! Como pode desaparecer da série a mulher que é a precursora do nascimento do herói, que até mesmo no filme mostrou estar sempre do lado dele, ser jogada completamente fora como se tivesse simplesmente morrido?

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Acho que vocês estão começando a entender onde quero chegar. A inclusão de personagens deve ser feita com muito cuidado e atenção, por que se não o arrependimento vai ser muito grande quando você olhar pra trás e falar: “puta, que merda que fiz!”. E olha que quem vos fala tem uma GRANDE experiência nesse tipo coisa!

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Quem lê o Londres deve se lembrar que na Segunda Temporada Danyael e Stephanie tinham mais dois irmãos caçulas. Claro que quando criei a Segunda Temporada eu pensei em incluí-los apenas pra dar, em algum episódio, aquele “alívio cômico” à série, mas nem de longe isso foi preciso! Simplesmente por que de alívio cômico eu já tinha meia-dúzia de personagens assim (Spark, Spinel, Matt, Tawnee, Nick, e Sebastian) e colocar mais uma “dupla de irmãos sapecas que vão aprontar grandes confusões e curtir altas aventuras nesta cidade do barulho” [modo sessão da tarde: OFF] não ia servir de nada na série.

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Por isso que, discretamente, na minha revisão da Segunda Temporada eu removi os gêmeos e ainda por cima deixei de mencioná-los na Terceira Temporada, como se nunca tivessem existido (“Um escritor muito do esperto, que se meteu em uma confusão tamanho família, agora tenta concertar sua gafe da pesada antes que entre em confusões pra lá de Bagdá!”) (ok, chega de piadas de narrador da sessão da tarde^^).

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Como disse anteriormente, a série que mais me deu “aulas de narrativa” foi sem dúvida Fullmetal Alchemist. Tanto o anime quanto o mangá é bem rigoroso com relação a inclusão dos personagens na série. Seja ele um simples empregado do açougue, o oficial que serviu de segurança dos irmãos Elric, ou então uma menina que só sabe ler e ter memória eidética, esse personagem terá sua importância na história e será, no mínimo, mencionado ao decorrer da mesma. No final, ele terá seu próprio desfecho, por mais que seja simples e relevante.

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Isso pode parecer um tanto paranóico, mas pra mim é algo extremamente importante. Mostra o quanto os criadores da série estão preocupados em fazer algo bem feito, de qualidade, evitando qualquer tipo de deslize ou arrependimento futuro. Mostra também a dedicação, o profissionalismo e o respeito que eles tem, não apenas com a série, mas com os fãs que o acompanham. É muito gratificante chegar no final de uma saga e falar: “Nossa! Que história perfeita!”, só isso valerá pros criadores um pedacinho do Céu particular!

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Então, sabendo disso tudo, vamos concluir a resenha:

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Primeiro, sempre deixe bem claro quem são os Protagonistas de sua série. Isso fará com que você tenha os pés sempre no chão. Mesmo que a série que você pretende fazer tenha 5, 10, 20 personagens, certamente terá 1, 2, ou 3 que serão os mais focados e é neles que você tem que manter a atenção principal.

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Depois disso, naturalmente irão surgir os secundários. Mas os secundários não será algo muito complicado, eles irão aparecer naturalmente, apenas tenha desde o inicio a certeza de que: Eles SÃO secundários. Independente se ele fez ou faz mais sucesso que os primários, não vá fazer a besteira de “de repente” eles se tornarem Protagonistas só por que o publica os adora. Vocês podem até citar: “Ah, o Castiel de Supernatural era secundário, hoje ele é protagonista!” – Não, não é! O ator pode ter conseguido seu lugar no Elenco fixo junto com os irmãos Winchester, mas a história em momento algum vai deixar os irmãos de lado e sua história pra focar exclusivamente o Castiel. O mesmo vale, em Fullmetal, o Coronel Mustang. “Everybody loves Roy Mustang”, e por mais que a série tenha arcos exclusivos do Coronel, a série é deixa bem claro que a história é dos irmãos Elric e sua busca em recuperar seus corpos de volta.

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Dito isso, se a preocupação com os secundários é importante, os Terciários devem ter igual cuidado. Ok, eles estão ali só pro mundo não girar em torno dos Protagonistas, mas eles EXISTEM, são seres humanos que nem eu e você e eles merecem no mínimo ter uma atenção. Colocar um personagem na trama “apenas pra ficar legal” é fazer trabalho de bosta. Sacar uma “pokebola mágica” e de dentro sair uma Criatura Fantástica só pra fazer o protagonista ser o “fodão” não cola! Então, dito isso, toda vez que você incluir um personagem terciário saiba bem o que está fazendo, e principalmente, mesmo que ele fique no banco de reservas, lembre-se que ele existe! Durante a história, dá uma reaparição dele. Faça com que ajude de alguma forma o protagonista ou simplesmente faça com que a história precise de uma “ajudinha” dele, como se fosse uma participação especial! Tenho certeza que quando fizer isso, tanto os leitores quanto os fãs vão ficar muito felizes de ver que sua série favorita é tão viva quanto a vida real!

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Então é isso. Se eu tiver me esquecido de dizer alguma coisa vou incluindo nos comentários. Por isso, não deixem de colocar seus comentários com perguntas, opiniões e criticas, assim posso abranger mais sobre o assunto.

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Outra dica antes de ir: Tudo que foi dito aqui poderá será PERFEITAMENTE usando em Narrativa de RPG. É só trocar algumas palavras e tudo fará sentido!

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Abraços!


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O que está acontecendo com nossos Super-Heróis???

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Passei praticamente 1/3 de minha infância e juventude acompanhando de perto um Universo inteiro de Super-Heróis, que tinham seus altos e baixos, seus problemas pessoais, familiares, profissionais. Que tinham que lidar diariamente com tanto com a vida quanto com a morte. Mas ai está o problema! Por mais que o Super-Homem (sim, nerds malditos do séc. 21, me recuso a chamá-lo de “Superman” só pq a industria de brinquedos quer que seja assim!) fique noivo, se case, ganhe um apartamento da hora de seu amigo Bruce, ele sempre será “repaginado” a cada dez anos!!!

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Particularmente eu não gosto disso! Ok, pensando como uma empresa agora, não posso ficar preso apenas à uma geração, afinal de contas elas crescem, entram pra faculdade, se casam, tem filhos… enfim, quadrinho se torna trivial. No meu caso em particular, eu apenas abandonei quando as HQs deixaram de serem “gibis”. Sim, pra mim isso foi um choque! (OO). Mas, do que adianta eu ficar chocado, se por um lado eu concordo com eles? Está vindo uma nova geração ai, os que nasceram na década de noventa e eles querem conhecer esse universo e não “pegar o bonde andando”.

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Mas cara… precisa ser tão radicais? Serei sincero: EU CANSEI DAS CRISES DA DC!

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Quem é DCnauta vai me entender muito bem! Cara… todo ano tem uma Crise! Pior!!! Nos últimos anos está praticamente impossível acompanhar uma Crise, pq existem “os preparativos pra crise”, “A contagem regressiva”, “O dia da Crise”, “A Crise”, “As semanas que antecederam a Crise”, “O nova saga dos quadrinhos pós-crise”, e por fim, “Aquela não foi a Crise de verdade! ESTA é a verdadeira Crise!!!!!).

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Meu olhar de desprezo pra eles: ¬.¬

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Eu não quero saber mais de “quem voltou a vida” ou “quem morreu”, ou ainda mais “aquilo sobre o passado do heróis foi alterado…”. Mermão… VtnC!!!

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Será que após ANOS fazendo quadrinhos os americanos não aprenderam nada?? Será que em pleno Século 21, vendo a forma que os japoneses fazem quadrinhos, eles não aprenderam nada???

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“Ok, Eriol… Qual o motivo do pití de hoje?”

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Cara… esta semana tive uma tarde de discussão sobre o mundo dos quadrinhos com meu amigo de Chatotiba (outro nerd maldito que nem eu). E eu vi que ele tava baixando as scans dos quadrinhos atuais, principalmente da mais nova saga da DC: “A Noite Mais Densa”. Que por sinal, só pelo fato do Hal Jordan e do Barry Allen voltarem à vida já me desmotivou à ler.

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A verdade mesmo… a DC já me desmotivou à muito tempo…

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Eu ainda tenho saudades dos tempos que eu curtia o “Lois & Clark” (não a série de TV, mas os quadrinhos). Eu era leitor exatamente na época do casamento, onde foi um ano acompanhando uma saga que hoje daria uma puta série (ou novela, afinal após tantos namoros, idas e vindas, noivados, ex-amantes, inimigos caga-paus, pra tudo terminar em casamento, pra mim pareceu novela das oito!). Naquela época eu sonhava alto. Tinha minhas aspirações em ser como o Clark. Ter uma esposa como a Lois. Fazer jornalismo… Sim, sim, o sonho deste humilde escritor era de ser jornalista, mas… wharever.

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Daí, vocês sempre podem me pegar paquerando uma banca de jornal olhando pras HQs dos Super. Mas… como é que lê aquilo? Se quando eu pego pra ler descubro que o passado dele mudou todo, que seus super-vilões não são mais vilões, que ele tem um nome do meio… Pra mim isso já tá demais!

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Ok, ok… to parecendo aqueles velhos resmungões que não aceita as “mudanças”. Não é bem assim também. Eu mesmo sempre fui à favor das mudanças nos super-heróis, principalmente no fato da cueca por cima da calça. Certo, alguém aqui sabe REALMENTE do porquê os super-heróis usam a cueca por cima da calça? Ou melhor… Por que o Super-Homem usa a cueca por cima da calça por mais de 70 anos?

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Bom, críticos de plantão, vamos pra realidade. O motivo da “cueca” nada mais é do que um fator artístico. Como bem sabem, os quadrinhos dos anos 20~30 eram feitos em gráficas bem mais “rústicas” do que as atuais e em papeis jornal que lembram aquele papel higiênico rosa de 1 real que você encontra em qualquer buteco. Em resumo… Desenhar um homem de colã naquela época em p&b dava a impressão nítida de que eles estava pelado (ou que parecia muito com o boneco do Ken). Então… pra não haver confusões, desenhavam um tipo de “shortinho” pra deixar beeemm claro que ele não estava pelado.

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Viu? Não é um motivo idiota. Idiota é a porra dos fãs americanos criticarem a DC comics toda vez que ela inventa de dar uma “modernizada” no uniforme do escoteiro azul. Eu mesmo adorei a fase do Super-Homem Elétrico. Ele me pareceu bem legal, moderno e pronto pra ser o novo super-homem do século XXI, ou pelo menos serviria pra dar um pouco de novidades ao velho “para o alto e avante”.

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Só que criticaram até não poder mais e infelizmente não durou nem uma temporada inteira o novo visu.

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Então… o foda é isso. Eu fico esperando pra encontrar grandes sagas e aventuras nas bancas de jornais e o que encontro é um monte de Crises, Mortes, ressurreições… Ah… cansei disso. Por isso que hoje eu só assisto e leio Fullmetal Alchemist. Pelo menos os japoneses são mais “realistas” que os americanos.

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E foi numa dessas minhas “crises” que eu andei dando uma paquerada na Marvel. Não. Não virei “marvete”, mas… Quando um amigo meu de Fortaleza (abraços, Mauro) me mostrou uma das revistas dele (que fazia parte de uma saga) eu não acreditei no que li. Senti literalmente que em minhas mãos tinha, nada mais, nada menos, que “O Mais Alto Nivel da Evolução dos Quadrinhos”.

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Tinha realismo. Tinha conflitos altamente adultos. E tinha também temas incrivelmente atuais. Estou falando de nada menos do que a saga “Guerra Civil”.

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Foi uma saga que eu, sinceramente, fiquei estupefato com a qualidade do roteiro e da narrativa (ok, ok.. lembram dos meus posts anteriores que atualmente, como escritor, eu não consigo mais ver ou ler nada sem prestar atenção nesses detalhes?). Eu fiquei com um tesão tão grande por aquela série que praticamente tava virando um Marvete de carterinha! Fora que na mesma época dois filmes da Marvel tavam fazendo sucesso: Homem de Ferro e Hulk (Batman foi foda, eu sei. Mas foi antes do Batman isso…). Só que… infelizmente, nem tudo são flores.

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Na verdade… NÃO houve flores.

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A Marvel fez no ultimo capitulo, de uma saga que eu tava chamando de “definitiva do século 21”, aquilo que eu MAIS ODIEI NA MARVEL: todo final de “Crise” botar seus Super-Herois pra se baterem, pra saber “Who is the Best?”.

Achei aquilo podre.

Medíocre.

Digno de dizer: “VtnC aquele que me fez ler essa porra!!!!” (desculpe, Mauro…)

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Ah cara… C’mon! Ces além de ofenderem a minha inteligência, estragaram uma obra que poderia ser fantástica! EU fazia um final melhor que aquilo, e olha que sou o cara que por duas vezes fez finais “overpowers” em sua série! Ainda me lembro de minhas discussões com o Mauro e o Toni de como seria o final. De quão “imprevisível” ele era (há! Sei…¬.¬). E das hipóteses que nós tínhamos!!!

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Eu vou ser sincero… Eu esperava algo pelo menos no nível da Zero Hora da DC: No final descobrimos que tudo não passou de uma plano maquiavélico do Homem de Ferro pra ter o controle de tudo, pois ele se tornou do mal. Clichê? Sim, mas melhor do que ver 10 dúzias de super-heróis saindo na porrada!

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Cara… durante a saga os quadrinhos estavam incríveis! Tipo… na revista do Homem de Ferro falava sobre os “Illuminatti”, uma sociedade secreta dentro dos Vingadores e que ELES decidiam o futuro do Mundo. Achei aquilo extremamente inteligente, afinal, eles eram os homens mais poderosos do mundo DE VERDADE. Homem de Ferro, Professor X, Namor, e uns outros lá que não lembro o nome pq não sou Marvete. Enfim… Pra um escritor de suspense e intrigas conspiratórias, aquilo foi o ápice dos quadrinhos! Já tava certo meu divórcio com a DC e assumir logo meu relacionamento com a Marvel.

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Pois é… Vou parar por aqui por que ainda dói me lembrar do momento que li o capítulo 7 de Guerra Civil…

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Então, voltando ao tema do Post, O QUE ESTÃO FAZENDO COM OS NOSSOS SUPER-HERÓIS??? Será que os americanos precisam mesmo ver que todos os nascidos na geração 2000 odeiam super-herois e preferem ver anime e ler mangá? Pois eu não duvido muito esse dia chegar. Isso, se já não chegou (vide que a maioria dos fãs atuais são um bando de nerd maldito barbado, cheio de cabelo na virilia, e que não faz nada na vida a não ser discutir sobre o a existência de outras Lanternas além da verde no universo).

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Bom… vou encerrar por aqui pq realmente esse post não vai levar a nada. Foi mais um desabafo mermo. Pra vocês saberem um pouco mais sobre meus gostos e saber o que acho sobre eles…

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Até a próxima e um abração a todos!


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