Diário de um mago
Compartilhando idéias…

To quebradaço. Morrendo de sono e sem qualquer inspiração pra postar.

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Mas pro dia não sair em branco criei essa nova sessão aki no blog: “o video da semana” (leia-se: post qualquer quando o Eriol tá sem cabeça pra postar^^).

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Esse video vi hoje e sem dúvida, tal como o wolverine, valeu pra semana toda!!!

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Espero que curtam!!!

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hehehe… que FdP!!! Meu herói^^


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O que é que posso falar de Fullmetal Alchemist? Tipo… tudo que penso sobre a série alcança níveis extraordinários de elogios nos quais eu mesmo não me agüento em mim de tanta euforia. Pois é… enrolei, enrolei, mas é chegada a hora de falar da série que atualmente está em primeiro lugar no Top 10 dos meus favoritos, desbancando (e com louvor) o cargo que a 14 anos era de Cavaleiros do Zodíaco!

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A série fala de dois irmãos quem vivem num mundo onde a Alquimia (leia-se magia, pq não é bem a “alquimia” no sentido literal da palavra) é comumente conhecida e até mesmo usada pelos militares. Esses irmãos sofrem dois dramas familiares logo no inicio da historia: Primeiro a mãe morre deixando-os totalmente sozinhos no mundo (o pai havia saído de casa quando eles ainda eram novinhos). Vale ressaltar que estamos falando de crianças nessa historia. O mais velho tinha 11 anos quando a mãe morreu. O segundo drama, e o ponto chave do começo da trama, é quando eles tentaram usar a alquimia pra ressuscitar a mãe deles.

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Claro que é de se imaginar que não deu certo. Acontece (literalmente) um Efeito Colateral no qual o mais velho perde o braço direito e a perna esquerda e o irmão mais novo perdeu o corpo inteiro. Essa foi considerada uma dos maiores e melhores inícios de animes de todos os tempos (e o mais chocante também). Na minha opinião não poderia ser melhor! Daí o mais velho pra salvar a vida de seu irmãozinho consegue prender a alma dele em uma armadura usando um selo de alquimia com seu próprio sangue. E, após o choque traumático, o mais velho percebe a merda que fizeram, coloca próteses mecânicas, e resolve se tornar um Alquimista Federal – a única forma de conseguir recursos suficientes pra poder recuperar seus corpos de volta.

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Um ano depois, a aventura começa.

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Particularmente o principal fato que me chamou a atenção pra FMA seria o fato de ter magia na história. Tal como gostei de Sakura Card Captors e Harry Potter, Fullmetal não foi uma exceção. Entretanto, foram as peculiaridades e forma que a história foi desenvolvida que tornaram Fullmetal especial para mim.

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“Como assim, Eriol?”. Cara, vocês estão falando com um escritor. Nos últimos cinco anos eu não consigo ver ou ler nada com os mesmos olhos de antes. Hoje em dia quando procuro ver um filme no cinema, por exemplo, eu presto atenção no enredo, na forma que foi dirigida, de como a história está sendo produzida, na atuação dos personagens. Isso tudo por que eu, já que não tenho condições de ir pagar um curso específico, tento buscar nas fontes ao meu redor aulas de como criar uma história. E com Fullmetal não foi diferente.

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A primeira coisa que percebi em Fullmetal quando vi pela primeira vez foi sua estrutura de enredo. Ele era tão elaboradamente entrelaçado que simplesmente não deixou margens para nenhuma ponta solta. Além disso temos também a magnífica forma de inclusão de personagens. Apenas em fullmetal (até o momento) eu vi um respeito enorme pro fato de “se coloco esse personagem na trama, alguma razão deve ter”. Não vou simplesmente dá-lo nome, uma cena só dele, um backgroundzinho pra depois descartá-lo como lixo. Isso nós vemos MUITO nas séries americanas. Quem aqui não me cita pelo menos um personagem que “pareceu” ter relevância numa serie e no final não era nada além de um “pipoqueiro na porta da escola”?

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A autora teve tanto cuidado em incluir os seus personagens que ela teve um problemão quando chegou perto do fim do mangá. Ela tinha vários personagens pra finalizar e não queria abandoná-los de qualquer forma. Esse tipo de tratamento fez com que eu também repensasse a forma que trato meus personagens no Londres, principalmente quando me lembro de minha TERRIVEL mancada na 2temp onde me esqueci completamente do segundo protagonista mais importante: Sebastian West. (no qual tive que me redimir logo no inicio da terceira!).

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Só o fato da trama ser incrivelmente intrincada e dos personagens terem importância, por menor que fossem, tornou Fullmetal incrivelmente fantástico pra mim. Só que tinha mais! Muito mais! A autora da série é considerada por mim um dos gênios da literatura.

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Não sei se isso é comum de mulheres escritoras, como era o caso de JK. Rowling e seu bruxinho, mas o fato é: Hiromu Arakawa (criadora de FMA) é uma das poucas criadoras que consegue somar de forma magistral Drama com Comédia. E ainda por cima temperar com doses de ação e suspense bem elaboradas!

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Em Fullmetal Alchemist logo no inicio você percebeu o drama que é. Entretanto, na cena seguinte você começa a dar boas gargalhadas com a cabeça quente de Edward Elric (o irmão mais velho) e o jeitinho “bom moço” de seu irmão Alphonse, que como está preso em uma armadura que não expressa emoções, tem que se desdobrar em jeitos de falar pra mostrar sua emoção.

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E a comédia é um dos pontos altíssimos de Fullmetal. Mesmo sendo um “desenho animado” até mesmo pessoas pouco ligadas a isso não conseguem evitar de rir de situações extremamente “nonsense”. (ex: eles “verem” a lembrança de sua avó adotiva mais nova no balão de lembrança de outro cara e falarem chocados: “quem é essa?!?!”) Além de outras tiradas inteligentíssimas como o diálogo entre o Flame Alchemist e o Fullmetal. Isso sim é o que eu chamo de “técnica pra cativar o espectador”. (né, leitores de Londres 1temp que ainda se lembram do Spinel com saudades^^).

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Então… Além do fato d’eu me apaixonar pela forma que a série é feita, vem junto outro fator que foi mortal pra eu me cair de amores completamente: Magia! E não é apenas uma magia qualquer… Lembram quando falei que Fullmetal lembra Mago: A Ascensão? Mermão, quem me conhece sabe: Eu AMO o rpg Mago de formas indescritíveis de se dizer. Agora imagine eu ver uma série que so falta falar sobre “avatar”, “Tradições” e “Tecnocracias pra se tornar a forma animada do rpg? (o que? a Metafísica da Magia?? Há! Vocês ainda não viram nada de Fullmetal… se vocês verem a “teoria do Ed” de como ele irá recuperar o corpo do irmão você delira!)

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Simplesmente não consigo ver a série sem fazer referencias ao Mago. Isso até chega a irritar quem está do meu lado (abraços Gui e Willian!!!). Paradigmas, paradoxo, rituais, esferas, rotinas, Arete sem foco, círculos de magia, fetiches, Familiares, leis da metafísica, etc, etc, etc… enfim… um prato cheio pra um jogador de mago. E pra mim, aos 25 anos, no qual estou muito seletivo pra o que eu assisto, Fullmetal tomou com glórias o lugar de CdZ, principalmente pq CdZ virou aquele tipo de “lembranças da minha infância” entende? Foi bom. Na época. Hoje já não me agrada mais.

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E atualmente eu continuo assistindo Fullmetal. Pra aqueles que não estão sabendo a série está sendo refeita só que agora seguindo a historia do mangá. Não entendeu? Vou explicar. O mangá começou em meados de 2000~2001 e devido ao sucesso logo caiu pra animação. Só que na época o mangá ainda estava sendo feito (pra vocês terem uma idéia o mangá vai acabar este ano) daí a série pra não virar algo sem fim como Pokémon e Naruto (e Bleach, e One Piece, etc) a produtora da série (que vale lembrar os nomes de peso: Bones, Sony e Square Enix [sim, sim, a mesma de Final Fantasy]) conversou com a autora se poderia fazer um caminho diferente do mangá. A autora não apenas concordou como resenhou o final da primeira série que terminou magistralmente!

Agora, alguns anos depois, vem Fullmetal Alchemist: Brotherhood, que é a mesma série so que seguindo agora de onde a série antiga se separou do mangá (e dando sequencia). Enfim, todo domingo é dia de Fullmetal Alchemist aqui em casa! Saiu no Japão, os Fansubs lançam as legendas PT-br e lá estou eu com pipoca e coca-cola curtindo meu domingão! [pra quem estiver interessado: www.punch-fansub.com.br].

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Então… é como eu disse pro meu amigo daki de Chatotiba: falar de Fullmetal será difícil pq não saberei citar uma critica negativa pra série. Entretanto, com o decorrer do blog eu irei falar ainda mais sobre série, pq se tem algo que influenciou muito a forma que eu lido com o Londres hoje ele foi Fullmetal Alchemist. O próximo post sobre Londres de Trevas, por exemplo, irei falar sobre o “tratamento com os personagens secundários e terciários” e, depois de ler este post, fica óbvio que eu irei adentrar ainda mais no que se diz respeito à FMA.

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É isso! Uma série do CARALIO que recomendo à todos!

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Abraços!


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Poisé… Eu SEMPRE ouvi falar de meus amigos: “O ANIME Death Note É Phoda!!!!!!!!”, porém, como sempre, eu nunca me predispus a ver. Chegando em Sampa, muito sem ter o que fazer, naquela hora do almoço onde vc fica comendo de frente pro pc pensando: “o que que eu irei fazer além de comer e olhar pro meu wallpaper”, resolvi ver a série. Que, por sinal, eu ja tinha em meu HD pq meu outro amigo do RJ me emprestou os dvds dele de anime e eu passei tudo pro meu HD. (passar é uma coisa. ver é outra!)

Então… O que tenho a dizer sobre Death Note. Talvez eu expresse apenas em uma única palavra: “FANTÁSTICO”.  Nem eu meus CINCO  anos de Londres eu um dia conseguirei criar um personagem tão gênio e uma trama tão articulada como Death Note.

Ok, ok. O autor já era escritor de série policiais e além disso era japonês (tradução: maniaco por perfeição). Mas cara… Uma coisa é vc ver um thriller policial foda. Outra coisa é vc ver um thriller policial foda SUPER criativo. Nem Fullmetal Alchemist é tão criativo como Death Note. A história foi algo fantástico, algo que dificilmente tu vai falar: “ah! se parece como num-sei-o-que”. (como é o caso de Fullmetal que pode ser TRI-Fantástico, mas sempre quando vejo eu falo: “Essa autora leu Mago: A Ascensão!”).

A trama fala de um rapaz, estudante deo 3º ano que em sua vidinha pacata encontra um livro que tinha escrito na capa: “Death Note” e em sua contra-capa: “How to use”. Não irei fazer uma resenha do anime como vcs pensam que irei fazer (já disse que se quiser um site de entretenimento vá procurar em outro lugar ^^), mas o lance é: o nome da pessoa que for escrito no Death Note morrerá de ataque cardíaco ou, se o escritor quiser, morrerá da forma que ele especificar.

Dai entramos numa trama absurdamente dinamica e inteligente: Como capturar um assassino desses E como o assassino irá fazer pra se proteger? O melhor de tudo é que vc LITERALMENTE fica do lado do assassino praticamente o anime todo pq ELE é o protagonista (leia-se: o cara fodão, inteligente, bonitão e carismático), dai estamos numa trama que é 100% o sentido do Paradaxo: Vc recusa as açoes dele, porém vc torce por ele!

Enfim… FANTÁSTICO!

Ok, eu sei que sou MUITO influenciado. Tanto pelo que vejo, leio e escuto, como também pelo que “vivo”, e isso é transpassado para o Londres. Mas, de Death Note te garanto que não peguei nada. (ok, ok… tem só 1 coisinha no epi 56, que pode ser considerado “do death note”, mas tá mais pra homenagem do que plagio propriamente dito. Whatever…) estou em referindo no quesito: “o que eu aprendi vendo Death Note”. Cara, eu aprendi muita coisa, mas todas não valem pro Londres E eu não sei usar, pq eu nao sou o autor foda do anime, eu assumo.

Entretanto, nem tudo são flores. A começar pelas aberturas. A primeira, incluindo o encerramento, é de uma das bandas J-Rock que eu mais curto: Nightmare (off: essa banda ESTARÁ no soundtrack Londres em breve). Porém, tal como o proprio enredo da série, a segunda abertura (e encerramento) mudaram TOTALMENTE colocando aqueles Trash Rock pesadão “nádegas” haver com a série. E como disse, a própria série mudou. Inicialmente vc é convidado pra ver a “Saga Raito x L” no qual é tão cerebral que vc precisa ver duas vezes pra sacar alguns diálogos (calma… nada supera Akira ainda pra mim, que precisei ver 8x pra entender ¬¬). Depois entra o tal do “N”, nada haver, a trama pula pro futuro, NADA haver, enfim… a série parece que mudou completamente! Pareceu que foram 2 escritores diferentes!

Porém isso não mudou nada na série. Continuou sendo Fantástica do mesmo jeito. Daquelas que vc começa a ver num dia e termina só no outro (com um buraco no estomago de tanto beber coca-cola e comer pipoca).

Então é isso! Eriol viu Death Note. É recomendadíssimo pra quem curte cenário do Mundo das Trevas (sim, é um thriller policial, porem tem sobrenatural) e certamente vc não irá se arrepender! (até minha amiga no-nerd viu e adorou! [bjos, lídia!])

Na próxima “o eriolviu” irei comentar sobre Fullmetal Alchemist!!! Então até lá!


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