Sou daqueles tipos de pessoa que não aceita que algumas coisas fujam de seu estado de origem. Tipo, pra mim pagode e forró são músicas tipicamente brasileiras e que certamente não funcionam com outras línguas. E, obviamente, pra mim Rock n’Roll é natural do inglês, e rocks brasileiros, argentinos, gregos, egípcios, não funcionam! Pra mim perdem a identidade do Rock.
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Entretanto… venho aqui humildemente dizer que: existem exceções! E uma delas sem dúvida nenhuma é o que os japoneses vem fazendo nos últimos anos: J-Rock!
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Claro que os J-Rock nasceram dos animes, com suas aberturas sempre recheadas de guitarra e bateria, com aquelas letras chinfrim tipo “chala-he-chala” ou que no português temos certeza ter escutado outra coisa (“O cara tussiu…”). Mas nos últimos anos comecei a prestar atenção que os japoneses, como tudo aquilo que eles fazem, estavam começando a se especializar nisso e até, quem diria, fazer coisas mais decentes. E sinceramente, o que eu mais acho bacana, é que eles ainda deixam claro que “rock de verdade é inglês” então eles sempre deixam aquelas palavras, frases ou até mesmo refrões inteiros em inglês pra dar aquele “toque de rock”.
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E na minha opinião na fazem feio. Não os atuais.
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Claro que uns 5 anos atrás a maioria dos rock japoneses deveriam sair num album: “Só Pra Baixinhos em Japonês!”. Mas a coisa vem mudando. Vem surgindo a cada dia diversas bandas que não fazem feio e se mostram bem competentes na hora de botar as guitarras pra gritar.
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Como este artigo não é muito genérico, pois gosto é que nem bunda: cada um tem o seu, ao invés de dizer aqui o que é bom ou ruim, vou dar alguns exemplos de bandas que curto atualmente. Certamente vocês vão perceber que todos vieram de animes que curto (alguém falou Fullmetal?), mas é legal conhecer a discografia de uma banda ao invés de ficar so no single que toca na abertura do anime.
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Vamos lá?
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Nightmare: Certamente a banda motivo d’eu criar esse post. Tive contato com ela durante o anime Death Note e curti muito a batida e o som dela na abertura e encerramento da série. Basicamente a banda se especializou em fazer um tipo de rock mais agressivo, mas sem ser metal. Claro que ela tem vários toques de pop-rock, mas ficam todos apagados com a profissionalidade da banda. Como referencias diria que ela se parece muito com Breaking Benjamin e Godsmack.
Nota: 10.
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L’Arc~en~ciel: Um nome bonito pra uma banda que também faz bonito. Na verdade, o que realmente é o ápice da banda são as letras: quase todas tocam na alma de quem as estendem (claro, temos que apelar pra procurar a letra traduzida da musica^.^). Ela fica bem no status do Pop, porém nem de longe parece Nx-Zero ou Detonautas. Como sempre a qualidade e o cuidado que os japas tem ao fazer uma single tem sua grande diferença!
Nota: 9
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Asian Kung-Fu Generation: Por causa de Naruto o MUNDO conhece essa banda. E claro, apesar da banda tentar não parecer, esta daki é pop-pop-pop! Não é ruim, sério mesmo! Eu curti o tempinho que passei “viajando” de metrô em São Paulo escutando AKFG, e ela dá uma boa dose de animação na sua vida. É outra também que se você conhecer as letras saberá que as musicas não falam de dores de cutuvelo ou amores não-correspondidos como é o clichê do rock brasuca. A maioria fala sobre “dar a volta por cima”, “reescrever a vida”, “encarar os desafios”… em fim, é o tipo de banda pr’aquela faixa etária que tá se matando pra passar no vestibular e não agüenta a pressão da sociedade.
Nota: 8
Obs: uma das idéias de “tema” da 4temp é uma musica de AKFG!
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NICO Touches the Walls: Essa infelizmente não tenho muuuito o q eu falar. Ainda to esperando que saia o álbum novo deles que vem a musica “Hologram”, mas no single que saiu deu pra conferir 2 musicas diferentes que não são aberturas de Fullmetal. Então, do pouquinho que eu percebi é uma banda que também é “pop-pop” como AKFG, só que um bom toque de L’arc~en~ciel. Curto bastante a criatividade deles, que chamou atenção logo na abertura de Fullmetal com Hologram.
Nota: 8
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YUI: A Avril Lavigne do Japão. Não tem o que dizer mais! Ela tem uma voz deliciosa. Musicas envolventes, mas segue o mesmo padrão da Avril de misturar draminha com guitarras. Posso estar até sendo injusto com uma das duas, e os fãs de uma delas me desculpem de inicio, mas essa foi a impressão que tive. Muita boa pra escutar enquanto tá apenas “fazendo nada” na internet!
Nota: 7.5
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Miho Fukuhara: Essa daki infelizmente não tenho nada pra comentar de concreto porque, assim como NICO, não lançou ainda o álbum completo, só a single de encerramento de Fullmetal. Inicialmente achei ela parecida com as meninas de Yellow Generation, até ver o vídeo dela no You Tube. Há! Eu não agüentei quando vi: É a Vanessa Camargo do Japão MESMO!!!! Não to criticando, pelo contrário! É que se vocês verem o clipe vão entender o que to falando! É a filha do Zezé de olhos puxados!!! Além de, por sinal, ser muito linda e ter uma voz foda! Não darei nota pq so conheço 1 musica, mas me empenho em buscar mais!
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Daí é isso, galera! Aqueles que quiserem me ajudar a conhecer mais banda deixem seus comentários. Adoro musica e adoro mais ainda Rock, e vou adorar conhecer outras bandas!
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Até a próxima!
Tags: animes, Death Note, Fullmetal Alchemist, j-rock, música

O que é que posso falar de Fullmetal Alchemist? Tipo… tudo que penso sobre a série alcança níveis extraordinários de elogios nos quais eu mesmo não me agüento em mim de tanta euforia. Pois é… enrolei, enrolei, mas é chegada a hora de falar da série que atualmente está em primeiro lugar no Top 10 dos meus favoritos, desbancando (e com louvor) o cargo que a 14 anos era de Cavaleiros do Zodíaco!
Particularmente o principal fato que me chamou a atenção pra FMA seria o fato de ter magia na história. Tal como gostei de Sakura Card Captors e Harry Potter, Fullmetal não foi uma exceção. Entretanto, foram as peculiaridades e forma que a história foi desenvolvida que tornaram Fullmetal especial para mim.
A autora teve tanto cuidado em incluir os seus personagens que ela teve um problemão quando chegou perto do fim do mangá. Ela tinha vários personagens pra finalizar e não queria abandoná-los de qualquer forma. Esse tipo de tratamento fez com que eu também repensasse a forma que trato meus personagens no Londres, principalmente quando me lembro de minha TERRIVEL mancada na 2temp onde me esqueci completamente do segundo protagonista mais importante: Sebastian West. (no qual tive que me redimir logo no inicio da terceira!).
E a comédia é um dos pontos altíssimos de Fullmetal. Mesmo sendo um “desenho animado” até mesmo pessoas pouco ligadas a isso não conseguem evitar de rir de situações extremamente “nonsense”. (ex: eles “verem” a lembrança de sua avó adotiva mais nova no balão de lembrança de outro cara e falarem chocados: “quem é essa?!?!”) Além de outras tiradas inteligentíssimas como o diálogo entre o Flame Alchemist e o Fullmetal. Isso sim é o que eu chamo de “técnica pra cativar o espectador”. (né, leitores de Londres 1temp que ainda se lembram do Spinel com saudades^^).
Agora, alguns anos depois, vem Fullmetal Alchemist: Brotherhood, que é a mesma série so que seguindo agora de onde a série antiga se separou do mangá (e dando sequencia). Enfim, todo domingo é dia de Fullmetal Alchemist aqui em casa! Saiu no Japão, os Fansubs lançam as legendas PT-br e lá estou eu com pipoca e coca-cola curtindo meu domingão! [pra quem estiver interessado:
Quando pego meu livro de Lobisomem consigo perfeitamente fechar os olhos e lembrar de três pessoas: Meu amigo (“lobisomem é bom, mas não é o tipo de jogo que eu jogo”), meu Melhor amigo (“O Lobisomem é PHODA!!!”), e de meu Mestre (“Lobisomem é uma merda!!!”). Então, desde que me entendo como jogador de RPG, Lobisomem sempre foi um jogo de opinião ambígua pra mim, principalmente por que eu nunca tinha lido o livro, mas, entretanto, eu concordava que não era o tipo de jogo que eu iria gostar.
Serei bem direto em minha resposta: SIM, o jogo é PHODA! Não (apenas) pelo fato dele realmente te fazer mergulhar no universo dele, como também FINALMENTE Lobisomens são monstros e não os “Cavaleiros do Zodíaco de Gaia”. O que mais me irritava no antigo era o fato dos lobisomens serem tratados como se fossem alienígenas nos quais andar na forma de batalha (Crinos) era tão normal quanto andar ou não de tênis. Hoje, as coisas mudaram. Hoje finalmente colocaram o “ser” lobisomem num patamar monstruoso, tipo no livro O médico e o monstro: “Eu sei o que posso me tornar e tenho medo de mim mesmo”. Essa é uma das premissas do novo Lobisomem, resgatar aquilo que havia ficado perdido no antigo: o terror pessoal.
Há! Pra mim isso foi ridículo. Primeiro que se essa era realmente a premissa do antigo, devo informar que eles deveriam ter dito isso logo na contracapa por que NÃO era isso que era jogado ou feito nos suplementos. A idéia principal do jogo era: “começou a guerra santa travada entre a deus Gaia e a perversa deusa Wyrm, e você é um dos escolhidos que irá lutar nesta Guerra Santa pra salvar o mundo de uma devastação iminente!!!”
Tipo assim… Na verdade estávamos tendo um papo bem nerd. Falávamos sobre Cavaleiros do Zodíaco, e como eu sou quase um PhD no assunto, passei pra ele tudo que aconteceu, acontece e acontecerá no mundo de CdZ. Pra quem é fã da série já entendeu perfeitamente onde estou querendo chegar: Masami Kurumada (criador de CdZ) é um cú!
Ah cara, os Trekkers que me perdoem, mas ver aquelas aventuras do trio-gay do espaço, que era a série dos anos 60, é foda! Ok que os filmes são bons – excelente por sinal! Qualquer dia faço um “Eriol viu” do Sexto longa que serviu de muita inspiração e ensinamento pro Londres. Cara… que fimd e carreira era aquela série clássica! Pior que vcs podem falar: “ah mas eram outros tempos… talvez se ele tivesse vivo até hoje nao teria feito da mesma forma”. Só que ele ficou fico até fazer a Nova Geração! No caso até as 3 primeiras temporadas – TUDO praticamente um lixo, principalmente a 1 temp. O autor tinha uma visão super interessante sobre o futuro e até hoje é conceituada. Entretanto a forma dele fazer uma historia era algo absurdamente surreal pra qualquer geração. Não estou falando que pra ficar “legal” uma obra de classe tenha que virar um Kill Bill. Mas é impossivel conceber que a raça humana, mesmo evoluída, seja perfeita a ponto de nao existir mais intrigas e conspirações, ou então, a manifestação dos 7 pecados capitais. Isso sim tornava a serie antiga uma boiolagem.
O que podemos falar da Daemon? Eu serei bem sincero aqui nas minhas palavras, afinal tudo que eu falar aqui eu falei na cara do Norson lá no RPGcon. A Editora não dá valor a sua maior obra-prima. Como pode, o carro-chefe de uma editora de rpg estar minguando nas pratelerias sem qualquer atualização a mais de 5 anos?!? (a mais de 10, vamos ser sinceros, pq a 3ªed. nada mais que uma versão tunada da 2ª ¬¬… whatever). Seria o mesmo que a White Wolf largar o Vampiro ou a Wizard parar de publicar o D&D! Pior não é só isso! O próprio autor do sistema não tem a capacidade de aceitar que, pra um livro de rpg sair bom, ele precisa de mais e uma cabeça pensante! No caso, aquilo que mencionei posts atrás, um brainstorm! Abram qualquer livro americano de rpg e veja quantos autores contribuiram pra fazer um livro. (Desculpe fã de Daemon) Mas abram o novo Mundo das Trevas e veja quantas centenas de pessoas foram preciso pra fazer o livro básico. Nem o trio de ouro de Tormenta trabalha 100% sozinhos, à coemaçr que eles não são 1, são 3! Na verdade 5, pois tem 2 que ficam por debaixo do tapete. Cara, isso não é apenas lógica vulcana e sim Respeito para com os leitores e fãs.
Poisé… Eu SEMPRE ouvi falar de meus amigos: “O ANIME Death Note É Phoda!!!!!!!!”, porém, como sempre, eu nunca me predispus a ver. Chegando em Sampa, muito sem ter o que fazer, naquela hora do almoço onde vc fica comendo de frente pro pc pensando: “o que que eu irei fazer além de comer e olhar pro meu wallpaper”, resolvi ver a série. Que, por sinal, eu ja tinha em meu HD pq meu outro amigo do RJ me emprestou os dvds dele de anime e eu passei tudo pro meu HD. (passar é uma coisa. ver é outra!)