Diário de um mago
Compartilhando idéias…

Sou daqueles tipos de pessoa que não aceita que algumas coisas fujam de seu estado de origem. Tipo, pra mim pagode e forró são músicas tipicamente brasileiras e que certamente não funcionam com outras línguas. E, obviamente, pra mim Rock n’Roll é natural do inglês, e rocks brasileiros, argentinos, gregos, egípcios, não funcionam! Pra mim perdem a identidade do Rock.

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Entretanto… venho aqui humildemente dizer que: existem exceções! E uma delas sem dúvida nenhuma é o que os japoneses vem fazendo nos últimos anos: J-Rock!

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Claro que os J-Rock nasceram dos animes, com suas aberturas sempre recheadas de guitarra e bateria, com aquelas letras chinfrim tipo “chala-he-chala” ou que no português temos certeza ter escutado outra coisa (“O cara tussiu…”). Mas nos últimos anos comecei a prestar atenção que os japoneses, como tudo aquilo que eles fazem, estavam começando a se especializar nisso e até, quem diria, fazer coisas mais decentes. E sinceramente, o que eu mais acho bacana, é que eles ainda deixam claro que “rock de verdade é inglês” então eles sempre deixam aquelas palavras, frases ou até mesmo refrões inteiros em inglês pra dar aquele “toque de rock”.

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E na minha opinião na fazem feio. Não os atuais.

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Claro que uns 5 anos atrás a maioria dos rock japoneses deveriam sair num album: “Só Pra Baixinhos em Japonês!”. Mas a coisa vem mudando. Vem surgindo a cada dia diversas bandas que não fazem feio e se mostram bem competentes na hora de botar as guitarras pra gritar.

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Como este artigo não é muito genérico, pois gosto é que nem bunda: cada um tem o seu, ao invés de dizer aqui o que é bom ou ruim, vou dar alguns exemplos de bandas que curto atualmente. Certamente vocês vão perceber que todos vieram de animes que curto (alguém falou Fullmetal?), mas é legal conhecer a discografia de uma banda ao invés de ficar so no single que toca na abertura do anime.

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Vamos lá?

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Nightmare: Certamente a banda motivo d’eu criar esse post. Tive contato com ela durante o anime Death Note e curti muito a batida e o som dela na abertura e encerramento da série. Basicamente a banda se especializou em fazer um tipo de rock mais agressivo, mas sem ser metal. Claro que ela tem vários toques de pop-rock, mas ficam todos apagados com a profissionalidade da banda. Como referencias diria que ela se parece muito com Breaking Benjamin e Godsmack.

Nota: 10.

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L’Arc~en~ciel: Um nome bonito pra uma banda que também faz bonito. Na verdade, o que realmente é o ápice da banda são as letras: quase todas tocam na alma de quem as estendem (claro, temos que apelar pra procurar a letra traduzida da musica^.^). Ela fica bem no status do Pop, porém nem de longe parece Nx-Zero ou Detonautas. Como sempre a qualidade e o cuidado que os japas tem ao fazer uma single tem sua grande diferença!

Nota: 9

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Asian Kung-Fu Generation: Por causa de Naruto o MUNDO conhece essa banda. E claro, apesar da banda tentar não parecer, esta daki é pop-pop-pop! Não é ruim, sério mesmo! Eu curti o tempinho que passei “viajando” de metrô em São Paulo escutando AKFG, e ela dá uma boa dose de animação na sua vida. É outra também que se você conhecer as letras saberá que as musicas não falam de dores de cutuvelo ou amores não-correspondidos como é o clichê do rock brasuca. A maioria fala sobre “dar a volta por cima”, “reescrever a vida”, “encarar os desafios”… em fim, é o tipo de banda pr’aquela faixa etária que tá se matando pra passar no vestibular e não agüenta a pressão da sociedade.

Nota: 8

Obs: uma das idéias de “tema” da 4temp é uma musica de AKFG!

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NICO Touches the Walls: Essa infelizmente não tenho muuuito o q eu falar. Ainda to esperando que saia o álbum novo deles que vem a musica “Hologram”, mas no single que saiu deu pra conferir 2 musicas diferentes que não são aberturas de Fullmetal. Então, do pouquinho que eu percebi é uma banda que também é “pop-pop” como AKFG, só que um bom toque de L’arc~en~ciel. Curto bastante a criatividade deles, que chamou atenção logo na abertura de Fullmetal com Hologram.

Nota: 8

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YUI: A Avril Lavigne do Japão. Não tem o que dizer mais! Ela tem uma voz deliciosa. Musicas envolventes, mas segue o mesmo padrão da Avril de misturar draminha com guitarras. Posso estar até sendo injusto com uma das duas, e os fãs de uma delas me desculpem de inicio, mas essa foi a impressão que tive. Muita boa pra escutar enquanto tá apenas “fazendo nada” na internet!

Nota: 7.5

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Miho Fukuhara: Essa daki infelizmente não tenho nada pra comentar de concreto porque, assim como NICO, não lançou ainda o álbum completo, só a single de encerramento de Fullmetal. Inicialmente achei ela parecida com as meninas de Yellow Generation, até ver o vídeo dela no You Tube. Há! Eu não agüentei quando vi: É a Vanessa Camargo do Japão MESMO!!!! Não to criticando, pelo contrário! É que se vocês verem o clipe vão entender o que to falando! É a filha do Zezé de olhos puxados!!! Além de, por sinal, ser muito linda e ter uma voz foda! Não darei nota pq so conheço 1 musica, mas me empenho em buscar mais!

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Daí é isso, galera! Aqueles que quiserem me ajudar a conhecer mais banda deixem seus comentários. Adoro musica e adoro mais ainda Rock, e vou adorar conhecer outras bandas!

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Até a próxima!


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O que é que posso falar de Fullmetal Alchemist? Tipo… tudo que penso sobre a série alcança níveis extraordinários de elogios nos quais eu mesmo não me agüento em mim de tanta euforia. Pois é… enrolei, enrolei, mas é chegada a hora de falar da série que atualmente está em primeiro lugar no Top 10 dos meus favoritos, desbancando (e com louvor) o cargo que a 14 anos era de Cavaleiros do Zodíaco!

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A série fala de dois irmãos quem vivem num mundo onde a Alquimia (leia-se magia, pq não é bem a “alquimia” no sentido literal da palavra) é comumente conhecida e até mesmo usada pelos militares. Esses irmãos sofrem dois dramas familiares logo no inicio da historia: Primeiro a mãe morre deixando-os totalmente sozinhos no mundo (o pai havia saído de casa quando eles ainda eram novinhos). Vale ressaltar que estamos falando de crianças nessa historia. O mais velho tinha 11 anos quando a mãe morreu. O segundo drama, e o ponto chave do começo da trama, é quando eles tentaram usar a alquimia pra ressuscitar a mãe deles.

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Claro que é de se imaginar que não deu certo. Acontece (literalmente) um Efeito Colateral no qual o mais velho perde o braço direito e a perna esquerda e o irmão mais novo perdeu o corpo inteiro. Essa foi considerada uma dos maiores e melhores inícios de animes de todos os tempos (e o mais chocante também). Na minha opinião não poderia ser melhor! Daí o mais velho pra salvar a vida de seu irmãozinho consegue prender a alma dele em uma armadura usando um selo de alquimia com seu próprio sangue. E, após o choque traumático, o mais velho percebe a merda que fizeram, coloca próteses mecânicas, e resolve se tornar um Alquimista Federal – a única forma de conseguir recursos suficientes pra poder recuperar seus corpos de volta.

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Um ano depois, a aventura começa.

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Particularmente o principal fato que me chamou a atenção pra FMA seria o fato de ter magia na história. Tal como gostei de Sakura Card Captors e Harry Potter, Fullmetal não foi uma exceção. Entretanto, foram as peculiaridades e forma que a história foi desenvolvida que tornaram Fullmetal especial para mim.

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“Como assim, Eriol?”. Cara, vocês estão falando com um escritor. Nos últimos cinco anos eu não consigo ver ou ler nada com os mesmos olhos de antes. Hoje em dia quando procuro ver um filme no cinema, por exemplo, eu presto atenção no enredo, na forma que foi dirigida, de como a história está sendo produzida, na atuação dos personagens. Isso tudo por que eu, já que não tenho condições de ir pagar um curso específico, tento buscar nas fontes ao meu redor aulas de como criar uma história. E com Fullmetal não foi diferente.

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A primeira coisa que percebi em Fullmetal quando vi pela primeira vez foi sua estrutura de enredo. Ele era tão elaboradamente entrelaçado que simplesmente não deixou margens para nenhuma ponta solta. Além disso temos também a magnífica forma de inclusão de personagens. Apenas em fullmetal (até o momento) eu vi um respeito enorme pro fato de “se coloco esse personagem na trama, alguma razão deve ter”. Não vou simplesmente dá-lo nome, uma cena só dele, um backgroundzinho pra depois descartá-lo como lixo. Isso nós vemos MUITO nas séries americanas. Quem aqui não me cita pelo menos um personagem que “pareceu” ter relevância numa serie e no final não era nada além de um “pipoqueiro na porta da escola”?

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A autora teve tanto cuidado em incluir os seus personagens que ela teve um problemão quando chegou perto do fim do mangá. Ela tinha vários personagens pra finalizar e não queria abandoná-los de qualquer forma. Esse tipo de tratamento fez com que eu também repensasse a forma que trato meus personagens no Londres, principalmente quando me lembro de minha TERRIVEL mancada na 2temp onde me esqueci completamente do segundo protagonista mais importante: Sebastian West. (no qual tive que me redimir logo no inicio da terceira!).

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Só o fato da trama ser incrivelmente intrincada e dos personagens terem importância, por menor que fossem, tornou Fullmetal incrivelmente fantástico pra mim. Só que tinha mais! Muito mais! A autora da série é considerada por mim um dos gênios da literatura.

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Não sei se isso é comum de mulheres escritoras, como era o caso de JK. Rowling e seu bruxinho, mas o fato é: Hiromu Arakawa (criadora de FMA) é uma das poucas criadoras que consegue somar de forma magistral Drama com Comédia. E ainda por cima temperar com doses de ação e suspense bem elaboradas!

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Em Fullmetal Alchemist logo no inicio você percebeu o drama que é. Entretanto, na cena seguinte você começa a dar boas gargalhadas com a cabeça quente de Edward Elric (o irmão mais velho) e o jeitinho “bom moço” de seu irmão Alphonse, que como está preso em uma armadura que não expressa emoções, tem que se desdobrar em jeitos de falar pra mostrar sua emoção.

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E a comédia é um dos pontos altíssimos de Fullmetal. Mesmo sendo um “desenho animado” até mesmo pessoas pouco ligadas a isso não conseguem evitar de rir de situações extremamente “nonsense”. (ex: eles “verem” a lembrança de sua avó adotiva mais nova no balão de lembrança de outro cara e falarem chocados: “quem é essa?!?!”) Além de outras tiradas inteligentíssimas como o diálogo entre o Flame Alchemist e o Fullmetal. Isso sim é o que eu chamo de “técnica pra cativar o espectador”. (né, leitores de Londres 1temp que ainda se lembram do Spinel com saudades^^).

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Então… Além do fato d’eu me apaixonar pela forma que a série é feita, vem junto outro fator que foi mortal pra eu me cair de amores completamente: Magia! E não é apenas uma magia qualquer… Lembram quando falei que Fullmetal lembra Mago: A Ascensão? Mermão, quem me conhece sabe: Eu AMO o rpg Mago de formas indescritíveis de se dizer. Agora imagine eu ver uma série que so falta falar sobre “avatar”, “Tradições” e “Tecnocracias pra se tornar a forma animada do rpg? (o que? a Metafísica da Magia?? Há! Vocês ainda não viram nada de Fullmetal… se vocês verem a “teoria do Ed” de como ele irá recuperar o corpo do irmão você delira!)

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Simplesmente não consigo ver a série sem fazer referencias ao Mago. Isso até chega a irritar quem está do meu lado (abraços Gui e Willian!!!). Paradigmas, paradoxo, rituais, esferas, rotinas, Arete sem foco, círculos de magia, fetiches, Familiares, leis da metafísica, etc, etc, etc… enfim… um prato cheio pra um jogador de mago. E pra mim, aos 25 anos, no qual estou muito seletivo pra o que eu assisto, Fullmetal tomou com glórias o lugar de CdZ, principalmente pq CdZ virou aquele tipo de “lembranças da minha infância” entende? Foi bom. Na época. Hoje já não me agrada mais.

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E atualmente eu continuo assistindo Fullmetal. Pra aqueles que não estão sabendo a série está sendo refeita só que agora seguindo a historia do mangá. Não entendeu? Vou explicar. O mangá começou em meados de 2000~2001 e devido ao sucesso logo caiu pra animação. Só que na época o mangá ainda estava sendo feito (pra vocês terem uma idéia o mangá vai acabar este ano) daí a série pra não virar algo sem fim como Pokémon e Naruto (e Bleach, e One Piece, etc) a produtora da série (que vale lembrar os nomes de peso: Bones, Sony e Square Enix [sim, sim, a mesma de Final Fantasy]) conversou com a autora se poderia fazer um caminho diferente do mangá. A autora não apenas concordou como resenhou o final da primeira série que terminou magistralmente!

Agora, alguns anos depois, vem Fullmetal Alchemist: Brotherhood, que é a mesma série so que seguindo agora de onde a série antiga se separou do mangá (e dando sequencia). Enfim, todo domingo é dia de Fullmetal Alchemist aqui em casa! Saiu no Japão, os Fansubs lançam as legendas PT-br e lá estou eu com pipoca e coca-cola curtindo meu domingão! [pra quem estiver interessado: www.punch-fansub.com.br].

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Então… é como eu disse pro meu amigo daki de Chatotiba: falar de Fullmetal será difícil pq não saberei citar uma critica negativa pra série. Entretanto, com o decorrer do blog eu irei falar ainda mais sobre série, pq se tem algo que influenciou muito a forma que eu lido com o Londres hoje ele foi Fullmetal Alchemist. O próximo post sobre Londres de Trevas, por exemplo, irei falar sobre o “tratamento com os personagens secundários e terciários” e, depois de ler este post, fica óbvio que eu irei adentrar ainda mais no que se diz respeito à FMA.

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É isso! Uma série do CARALIO que recomendo à todos!

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Abraços!


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Quando pego meu livro de Lobisomem consigo perfeitamente fechar os olhos e lembrar de três pessoas: Meu amigo (“lobisomem é bom, mas não é o tipo de jogo que eu jogo”), meu Melhor amigo (“O Lobisomem é PHODA!!!”), e de meu Mestre (“Lobisomem é uma merda!!!”). Então, desde que me entendo como jogador de RPG, Lobisomem sempre foi um jogo de opinião ambígua pra mim, principalmente por que eu nunca tinha lido o livro, mas, entretanto, eu concordava que não era o tipo de jogo que eu iria gostar.

Isso, por que estou me referindo ao antigo: Lobisomem, O Apocalipse. Porém, as coisas mudaram completamente em sua nova versão da linha Storytelling: Forsaken estava na área!

Primeiro eu comprei esse novo lobisomem guiado por meus amigos do Rio, principalmente depois que um comprou (abraços, Dedé!). Ele me ligou apenas pra falar que o jogo era foda e que o fazia mergulhar no universo de Lobisomem completamente. Ok, tadinho… era o primeiro livro da linha White Wolf dele, era normal esse tipo de comentário, mas até lá eu ia pegando o livro dele e dando uma folheada. Depois ficava na maior paquera lá Livraria Travessa (que saudade do Rio T.T) folheando o livro sempre que ia pro shopping. Até que chegou o dia que tomei vergonha na cara e pedi logo em namoro… ops, digo… comprei logo o Livro.

Cara, primeiro o mais interessante é que este era meu primeiro livro que não tinha influencia NENHUMA de ninguém. Tipo, mesmo o Dedé comprando, a opinião dele ainda era muito fraca pra mim, visto que ele nunca tinha visto outros jogos da White Wolf antes. Pra todos os lados não havia uma opinião formada e sim “E ai? É bom?”, então, obviamente, só dependia de mim exclusivamente achar se o jogo era bom ou não. (se torrei 96 reais à toa ou não).

Serei bem direto em minha resposta: SIM, o jogo é PHODA! Não (apenas) pelo fato dele realmente te fazer mergulhar no universo dele, como também FINALMENTE Lobisomens são monstros e não os “Cavaleiros do Zodíaco de Gaia”. O que mais me irritava no antigo era o fato dos lobisomens serem tratados como se fossem alienígenas nos quais andar na forma de batalha (Crinos) era tão normal quanto andar ou não de tênis. Hoje, as coisas mudaram. Hoje finalmente colocaram o “ser” lobisomem num patamar monstruoso, tipo no livro O médico e o monstro: “Eu sei o que posso me tornar e tenho medo de mim mesmo”. Essa é uma das premissas do novo Lobisomem, resgatar aquilo que havia ficado perdido no antigo: o terror pessoal.

E podem vim quantos quiserem defender o Apocalipse que não tem jeito: o antigo era sim formado apenas por jogadores que só queriam saber de Matar, Pilhar e Destruir (né, Toni?). Até mesmo apareceu um carinha lá no RPGCon defender “seu jogo do coração”: “imagine você sozinho numa casa abandonada com sua mãe doente na cama. Agora imagine que do lado de fora tem dezenas de arruaceiros e vagabundos que a única coisa que querem é destruir sua casa e matar sua mãe e você. Você fica sem saber o que fazer, pois sabe que se sair pra lutar terá que abandoná-la (e ainda saber que sozinho não conseguirá nada). E se ficar e protegê-la poderá morrer junto com ela. Ainda tinha a terceira opção: fuja deixando tudo pra trás. Este era o dilema do Apocalipse: lute por uma causa perdida ou fuja.”

Nossa… que lindo!

Há! Pra mim isso foi ridículo. Primeiro que se essa era realmente a premissa do antigo, devo informar que eles deveriam ter dito isso logo na contracapa por que NÃO era isso que era jogado ou feito nos suplementos. A idéia principal do jogo era: “começou a guerra santa travada entre a deus Gaia e a perversa deusa Wyrm, e você é um dos escolhidos que irá lutar nesta Guerra Santa pra salvar o mundo de uma devastação iminente!!!”

Ok, ok… “Ah, Carlos, você pode tá falando merda pq nunca leu o Apocalipse na vida!”, diria meu amigo Doug agora. Não meu caro! Logo depois que comprei o Destituídos procurei no Mercado Livre pelo Livro das Sombras (guia dos jogadores pra Mago) e me veio de brinde o Apocalipse! Eu li o Apocalipse! Eu leio os suplementos traduzidos pela Nação Garou e posso dar a minha opinião concreta do que eu achei: UMA MERDA!

Cara, num dá! Se eu quiser jogar tanta porradaria e sanguinolência prefiro pegar o velho D&D e jogar uma aventura baseada em guerra medieval! (pelo menos as regras são melhores ^^)

“Então, Eriol… falou, falou e até agora não disse nada sobre o novo Lobisomem, só que ele é Phoda”.

O lance é o seguinte. Os jogos da White Wolf realmente são bem exclusivistas. Depende de cada um qual o jogo irá lhe atrair mais, sendo que Vampiro sempre será o preferido de todos (everybody loves vampire). Mas esse novo lobisomem trouxe “quase” as mesmas coisas do antigo, entretanto ele ficou mais leve e mais bonito, por assim dizer. Agora os lobisomens não são máquinas de matar e sim humanos que quando descobrem suas verdadeiras origens descobrem a vergonha que são e que apenas estão vivos por causa da misericórdia de sua mãe, a deusa Luna (sim, sim… ainda existe o Panteão lupino). Além disso, gostei muito do fato das tribos serem apenas 5. O jogador, como dizem uns e outros, não fica limitado. Pelo contrário! Antigamente é que dava trabalho! O cara passava uma hora e meia tentando escolher qual das 13 tribos ele ia querer ser e quando escolhia se arrependia mais tarde. Agora, com apenas cinco, o jogador está mais livre. Ele pode escolher praticamente qualquer e depois moldá-lo da forma que desejar. Dava pra fazer isso no antigo? Sim, dava. Mas no final ficava parecendo outra Tribo e o jogador ficava frustrado com isso.

Uma das coisas que também me atraíram no novo lobisomem é o Mundo Espiritual. Oh, Deus… finalmente acabou as 12 Casas Umbrais da Penumbra!!! Jogar lobisomem não era jogar no mundo espiritual e sim jogar “Lobisomem Jones e os Aventureiros da Umbra”. Alguém gostava daquilo? Já teve grandes aventuras na mesa com aquilo? Que bom! Não duvido que tenha sido bom não! Mas pra mim isso não rola!

Cara, eu tenho uma opinião muito particular sobre o que é jogar n’O Mundo das Trevas. E nesta minha opinião o enfoque não é o macrocosmo do jogo e sim seu microcosmo. É focar em ruas, bairros, cidades, npcs, estabelecimentos, tal como aprendi em “Vampire: Bloodlines”. E isso pra mim tem que ser válido pra todas as linhas, afinal tudo faz parte de um mundo sombrio conhecido como Mundo das Trevas. Ficar fazendo aventuras baseadas em “Umbra, a Fronteira Final” não é a idéia que tenho desse universo. Qual filme de terror narra assim? Se pensar bem, todo filme de terror narra um microcosmo onde algo ameaça a vida dos protagonistas, seja ele um antagonista ou simplesmente um lugar misterioso (opa! dois suplementos do nMdT =P).

Então, voltando ao que estava falando, o Mundo Espiritual em Lobisomem-Destituídos ficou bem mais concentrado e mais “simples”, por assim dizer. Agora ele é apenas um reflexo distorcido do nosso mundo que coexiste ao mesmo tempo. O foco agora é dar o clima de “Constatine – o filme” com “hellraiser”. Sério! Ficou muito bom!

Então… pra encerrar é o que eu disse anteriormente, os jogos da White Wolf vão de gosto a gosto. Eu gostei muito dos Destituídos, que em contraposição, odiei o Apocalipse. São jogos que, mesmo tendo coisas em parecido, são completamente diferentes em cenário e narrativa e isso me agradou imensamente. É caro? É! Não nego. Mas, se depois de comprar você gostar tanto quanto eu gostei, vai valer cada centavo gasto!

Eu gostaria muito de fazer uma resenha sobre o livro, mas to com preguiça de fazer isso. Procure na net que outros blogs já fizeram isso!^^ Eu me reservo ao direito em apenas em tecer minha opinião! =P

Abraços!


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Esta semana teve um tema super interessante que foi levantado durante um papo com meu brother (abraços, Gubez!)  daqui de “Chatotiba”: É possivel uma obra baseada (ou continuada) seja melhor que a feita pelo próprio autor?

Tipo assim… Na verdade estávamos tendo um papo bem nerd. Falávamos sobre Cavaleiros do Zodíaco, e como eu sou quase um PhD no assunto, passei pra ele tudo que aconteceu, acontece e acontecerá no mundo de CdZ. Pra quem é fã da série já entendeu perfeitamente onde estou querendo chegar: Masami Kurumada (criador de CdZ) é um cú!

Ele criou uma das mais fantásticas obras de quadrinho e televisão, entretanto tem uma visão terrivelmente radical e infleixivel sobre sua obra. Pra ele cavaleiros é SÓ porrada, e nada mais. Eles tem que ficar mais fortes a cada novo capitulo pois terá um novo vilão mais forte na frente. O velho estilo anime shonen dos anos 80. Só que, ao que parece não é só isso. Ele aparenta ter uma antipatia ENORME por CdZ, a ponto de sabotar a série continuamente desde seu inicio.

Vcs conhecem a historia do pq que a toei nos anos 90 nao fez a saga de Hades? Bom, reza a lenda que MK (massami kurumada, e não mortal kombat! ¬¬) brigou com a toei pq queria que ela fizesse o anime dele de boxe Ring ni kakero, que na minha singela opinião: É UMA BOSTA! Dai, a Toei que nao é burra  a ponto de parar de fazer uma série MUNDIALMENTE famosa pra por um lixo que tem as mesmas caras e bocas de CdZ so que num universo paralelo preferiu encerrar tudo em Poseidon.

Dez anos se passaram e depois da última “Guerra Santa” a paz voltou a reinar. Foi ai que um grupinho de desenhistas da Toei chegou e pediu a autorização pra fazer um “videozinho” da saga hades, e que podia ser em dvd mermo, só pra ficar “na lembrança”. Há! Quem esteve vivo em 2002~2003 sabe exatamente o que aconteceu no MUNDO, principalmente com a ajuda da Internet: Os passarinhos pararam de cantar. A avenida paulista ficou estática. O planeta parou de rodar. Enfim: CdZ VOLTOU! E voltou em grande estilo!!! Traços em Alta definição com acrescimos em CG. Atire a primeira pedra aquele que não se arrepiou ao ver o Seiya vestindo a armadura em CG. Que faltou ter um orgasmo quando escutou Mu gritar: “Staraitô… EX-TINC-CION!!!” e tudo ficar preto, os céus explodirem e um faixe de luz subir aos cosmos… http://www.youtube.com/watch?v=JpTUfVejCCA

É meus caros… pra qualquer autor, e digo isso como membro do mesmo, ver aquele tipo de perfeição e cuidado feito com sua obra seria motivo pra levar à lagrimas. Mas não foi o caso de MK. Ele não declarou isso, porém ficou claro que ele odiou o capitulo santuario de hades feitos pelo pessoal da Toei. Pior! nao apenas odiou como resolveu mudar tudo, começando pelos dubladores… E mais: Ring ni kakero estava na área denovo!!! Uma nova guerra santa estav apra começar ¬¬’

Dai foi a hora que eu pensei: CdZ só vai ficar bom quando esse corno maldito do pinto pequeno morrer! Pq tudo da série que nao foi ele que fez é tripalmente melhor e mais bem elaborado do que aquele mangá mal-desenhado dele (sim, é o que eu acho! ADORO CdZ, mas MK desenha mal pracaralio!). Whatever… Durante essa mesma discussão me lembrei de outra série que eu curto muito: Star Trek.

Ah cara, os Trekkers que me perdoem, mas ver aquelas aventuras do trio-gay do espaço, que era a série dos anos 60, é foda! Ok que os filmes são bons – excelente por sinal! Qualquer dia faço um “Eriol viu” do Sexto longa que serviu de muita inspiração e ensinamento pro Londres. Cara… que fimd e carreira era aquela série clássica! Pior que vcs podem falar: “ah mas eram outros tempos… talvez se ele tivesse vivo até hoje nao teria feito da mesma forma”. Só que ele ficou fico até fazer a Nova Geração! No caso até as 3 primeiras temporadas – TUDO praticamente um lixo, principalmente a 1 temp. O autor tinha uma visão super interessante sobre o futuro e até hoje é conceituada. Entretanto a forma dele fazer uma historia era algo absurdamente surreal pra qualquer geração. Não estou falando que pra ficar “legal” uma obra de classe tenha que virar um Kill Bill. Mas é impossivel conceber que a raça humana, mesmo evoluída, seja perfeita a ponto de nao existir mais intrigas e conspirações, ou então, a manifestação dos 7 pecados capitais. Isso sim tornava a serie antiga uma boiolagem.

Hoje, quase 25 anos após a morte do autor, saiu nos cinemas mais um filme da franquia, que aliais está sendo considerado O MELHOR DE TODOS! Justamente pq o diretor JJ Abrams fez exatamente o que se espera de um filme de ficção: ação, comédia, aventura e suspence: tudo isso num bolo só!

Então eu venho aqui em fico matutando com meus botões: será que quando um autor morre sua obra não apenas fica melhor reconhecida como MELHOR que a versão original? Na verdade mesmo, eu acho que não. Exsitem casos e casos. Star Trek ficou bom pq tá atendendo o publico dos anos 2000. Já CdZ não podemos fazer nada se o autor dele não gosta de sua criação (prefere a bosta do boxe dele). Enfim… Isso também me faz lembrar de outro caso parecido, só que desta vez no cenário do rpg nacional.

O que podemos falar da Daemon? Eu serei bem sincero aqui nas minhas palavras, afinal tudo que eu falar aqui eu falei na cara do Norson lá no RPGcon. A Editora não dá valor a sua maior obra-prima. Como pode, o carro-chefe de uma editora de rpg estar minguando nas pratelerias sem qualquer atualização a mais de 5 anos?!? (a mais de 10, vamos ser sinceros, pq a 3ªed. nada mais que uma versão tunada da 2ª ¬¬… whatever). Seria o mesmo que a White Wolf largar o Vampiro ou a Wizard parar de publicar o D&D! Pior não é só isso! O próprio autor do sistema não tem a capacidade de aceitar que, pra um livro de rpg sair bom, ele precisa de mais e uma cabeça pensante! No caso, aquilo que mencionei posts atrás, um brainstorm! Abram qualquer livro americano de rpg e veja quantos autores contribuiram pra fazer um livro. (Desculpe fã de Daemon) Mas abram o novo Mundo das Trevas e veja quantas centenas de pessoas foram preciso pra fazer o livro básico. Nem o trio de ouro de Tormenta trabalha 100% sozinhos, à coemaçr que eles não são 1, são 3! Na verdade 5, pois tem 2 que ficam por debaixo do tapete. Cara, isso não é apenas lógica vulcana e sim Respeito para com os leitores e fãs.

Quantos pelo Brasil à fora ficaram decepcionados em ver que a Daemon hoje é apenas a editora do RPGQuest? Quantos hoje olham pros seus livros e quando veem os livros das concorrentes percebem o quão pobre eles são de conteúdo.

Não estou aqui afirmando que um livro é bom ou ruim. (antes que eu receba um e-mail amanha do MDD me mandando tomar naquele lugar) O que estou querendo dizer é que, cara, se vc não gosta de sua obra, dexa outros que gostam dar prosseguimento. Ok, vcs já estão fazendo isso com Shaftiel, mas coitado… Eu sou escritor e sei como é barra relacionar vida pessoal com vida de escritor (e sem ganhar nada por isso, né tio?). Quantos autores BONS temos lá na sessão de net-books. Quantos podem ser convidados, aqueles que estão perdidos no país, pra produzirem uma ver~soa FODA de Trevas 4ªed?

Num to dizendo que o MDD precisa morrer pra que o Trevas se torne bom, mas fica a DICA de que ele precisa repensar seus conceitos…

Enfim… Estou eu aki metendo malha em todo mundo, logo, logo, to vendo que vou levar chumbo tb, mas é como eu sempre digo: Este blog é pra eu expressar minhas opinioes, quem não gostar, tem um botãozinho logo ali no canto superior direito do navegador em formato de “X”. Pode clicar! Juro pra vc que não irei perder meu sono por causa disso^.^

Antes de mais nada peço desculpas pelos meus erros gritantes de portugues. Sei que soue scritor e tenho uam reputação a zelar, mas é foda…. to muito mal acustumado com a auto-correção do Word.

Chego ao fim sem finalizar a discussão. Por que ela mesmo não tem como finalizar…. É como eu disse: cada caso é um caso. Mas vale a pena pensar à respeito (ou não).

Abraços e até amanhã!


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Poisé… Eu SEMPRE ouvi falar de meus amigos: “O ANIME Death Note É Phoda!!!!!!!!”, porém, como sempre, eu nunca me predispus a ver. Chegando em Sampa, muito sem ter o que fazer, naquela hora do almoço onde vc fica comendo de frente pro pc pensando: “o que que eu irei fazer além de comer e olhar pro meu wallpaper”, resolvi ver a série. Que, por sinal, eu ja tinha em meu HD pq meu outro amigo do RJ me emprestou os dvds dele de anime e eu passei tudo pro meu HD. (passar é uma coisa. ver é outra!)

Então… O que tenho a dizer sobre Death Note. Talvez eu expresse apenas em uma única palavra: “FANTÁSTICO”.  Nem eu meus CINCO  anos de Londres eu um dia conseguirei criar um personagem tão gênio e uma trama tão articulada como Death Note.

Ok, ok. O autor já era escritor de série policiais e além disso era japonês (tradução: maniaco por perfeição). Mas cara… Uma coisa é vc ver um thriller policial foda. Outra coisa é vc ver um thriller policial foda SUPER criativo. Nem Fullmetal Alchemist é tão criativo como Death Note. A história foi algo fantástico, algo que dificilmente tu vai falar: “ah! se parece como num-sei-o-que”. (como é o caso de Fullmetal que pode ser TRI-Fantástico, mas sempre quando vejo eu falo: “Essa autora leu Mago: A Ascensão!”).

A trama fala de um rapaz, estudante deo 3º ano que em sua vidinha pacata encontra um livro que tinha escrito na capa: “Death Note” e em sua contra-capa: “How to use”. Não irei fazer uma resenha do anime como vcs pensam que irei fazer (já disse que se quiser um site de entretenimento vá procurar em outro lugar ^^), mas o lance é: o nome da pessoa que for escrito no Death Note morrerá de ataque cardíaco ou, se o escritor quiser, morrerá da forma que ele especificar.

Dai entramos numa trama absurdamente dinamica e inteligente: Como capturar um assassino desses E como o assassino irá fazer pra se proteger? O melhor de tudo é que vc LITERALMENTE fica do lado do assassino praticamente o anime todo pq ELE é o protagonista (leia-se: o cara fodão, inteligente, bonitão e carismático), dai estamos numa trama que é 100% o sentido do Paradaxo: Vc recusa as açoes dele, porém vc torce por ele!

Enfim… FANTÁSTICO!

Ok, eu sei que sou MUITO influenciado. Tanto pelo que vejo, leio e escuto, como também pelo que “vivo”, e isso é transpassado para o Londres. Mas, de Death Note te garanto que não peguei nada. (ok, ok… tem só 1 coisinha no epi 56, que pode ser considerado “do death note”, mas tá mais pra homenagem do que plagio propriamente dito. Whatever…) estou em referindo no quesito: “o que eu aprendi vendo Death Note”. Cara, eu aprendi muita coisa, mas todas não valem pro Londres E eu não sei usar, pq eu nao sou o autor foda do anime, eu assumo.

Entretanto, nem tudo são flores. A começar pelas aberturas. A primeira, incluindo o encerramento, é de uma das bandas J-Rock que eu mais curto: Nightmare (off: essa banda ESTARÁ no soundtrack Londres em breve). Porém, tal como o proprio enredo da série, a segunda abertura (e encerramento) mudaram TOTALMENTE colocando aqueles Trash Rock pesadão “nádegas” haver com a série. E como disse, a própria série mudou. Inicialmente vc é convidado pra ver a “Saga Raito x L” no qual é tão cerebral que vc precisa ver duas vezes pra sacar alguns diálogos (calma… nada supera Akira ainda pra mim, que precisei ver 8x pra entender ¬¬). Depois entra o tal do “N”, nada haver, a trama pula pro futuro, NADA haver, enfim… a série parece que mudou completamente! Pareceu que foram 2 escritores diferentes!

Porém isso não mudou nada na série. Continuou sendo Fantástica do mesmo jeito. Daquelas que vc começa a ver num dia e termina só no outro (com um buraco no estomago de tanto beber coca-cola e comer pipoca).

Então é isso! Eriol viu Death Note. É recomendadíssimo pra quem curte cenário do Mundo das Trevas (sim, é um thriller policial, porem tem sobrenatural) e certamente vc não irá se arrepender! (até minha amiga no-nerd viu e adorou! [bjos, lídia!])

Na próxima “o eriolviu” irei comentar sobre Fullmetal Alchemist!!! Então até lá!


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