Diário de um mago
Compartilhando idéias…

“A Websérie de RPG”. Essa era a premissa de Londres de Trevas. A idéia original era recontar minhas sessões de rpg num formato de livro, pra compartilhar com outros aquilo que eu narrava para meus amigos. Entretanto, com o passar dos anos, tal premissa foi ficando pra trás e se modificando. Hoje ela se tornou mais do que “websérie DE rpg” e sim, “Websérie DO rpg”.

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Na verdade, a própria série começou longe de ser algo que eu narrei um dia. Talvez, e principalmente, pq eu não me lembrava mais em detalhes o que eu narrei. Calro, estou falando da Primeira Temporada. Quando Londres foi lançado eu estava narrando a que hoje em dia será a Quarta Temporada, com o Andrew como protagonista. Então… eram mais ou menos um ano e meio de distancia dos tempos que narrei John Kimble e Cia. Mas mesmo assim tinham coisas que não poderiam faltar como por exemplo: a morte do Frank, o primeiro encontro com o Eriol, o nascimento da Ceesun, o primeiro encontro de JK e Gabriela… Em resumo, eram apenas fatos que os buracos deixados foram preenchidos com o decorrer da trama.

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E eu fiz isso durante toda a série. Entretanto, depois da segunda temporada, Londres começou a se tornar REALMENTE um rpg no qual eu voltava a narrar. Cara, eu chega pros meus amigos e perguntava: o que vocês querem jogar? Daí eles: LONDRES DE TREVAS \o/!!!! Claro, estou em referindo especificamente do Sr. Nick Polansk e do Sr. Sebastian West! (abraços, Lucas e Guto!). Com o acréscimo de mais um amigo que também era leitor (Sr. Erick Russell) (Abraços, Raoni!) nasceu assim o que hoje é literalmente o Primeiro Arco da Terceira Temporada.

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Então. A “websérie DE um rpg que narrei” se tornou “websérie DO rpg que to narrando” numa mudança completamente sutil e super divertida. Simplesmente está tudo lá! Eu fiz questão de tomar nota de cada cena que acontecia e isso simplesmente deixou até mesmo o rpg ainda melhor pq os próprios jogadores estavam atentos a tudo que tinha acontecido. Eles chegavam na mesa, depois de uma semana sem jogar, já sabendo exatamente onde pararam.

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Sim, caros narradores, tomem nota: Fazer anotações de tudo que aconteceu no rpg no final da sessão ajuda muito!

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E na hora de passar pro Word percebi que tinha um acervo enorme pra fazer série e, além disso, ainda tinha o conteúdo que já estava planejando pra série pra complementar. Com certeza, mais do que nunca, a Terceira Temporada prometia ser “a maior” de todas! Nisso, comecei a ter várias idéias de como usar o RPG pra ajudar em minhas narrativas.

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Uma delas, e talvez a mais inesquecível, foi o novo combate entre John Kimble e Hiroshi numa das cenas da Primeira Temporada. Nessa mesma época eu tinha dado inicio à reescrita da série e nela eu tentava buscar sempre “um pouco mais” pra colocar na série antiga. Certamente, simular o combate de John em rpg (e em modo “live”) foi uma das experiências mais fantásticas!

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Tudo começou na casa de um amigo meu. Nós nos conhecemos justamente por que ele já era leitor do Londres (claro, como sempre eu contando com a ajuda inprecindível dos leitores^^) e daí, como ele já estava ciente também que o RPG tava aprimorando a série, voltamos pra cada um dos combates narrados na Primeira Temporada. O primeiro foi aquele contra o membro da Irmandade de Tenebras. Entretanto, o combate foi muito rápido e não deu fazer muita coisa de “diferente”. Já o combate contra Hiroshi as coisas mudaram de figura. Primeiro, esse meu amigo já era aluno de Kung Fue sabia algumas coisas de combate. Segundo que, por sermos rpgistas, sabíamos de algumas vantagens e desvantagens que cada um tinha. Foram longas discussões pela madrugada até começarmos a simular perfeitamente, incluído, claro, dados e danos nas fichas.

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O resultado não poderia ter saído melhor! Além do realismo da cena, ela ficou muito mais dinâmica e criativa, algo que talvez só em televisão se é possível conseguir, vide que lá você pode visualizar a cena de um modo amplo. A contagem de dano também me deu uma dose mais dramática pra narrar certos detalhes que pra mim eram difíceis de se imaginar quando estou digitando: como costelas quebradas, braço dolorido, contusões, e por ai vai…

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Novamente, o RPG se tornando muito mais intimo da série do que ela dele.

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E não parou por ai. Com as aventuras de Nick, Erick e Sebastian chegando ao seu fim, logo eu estava empolgadíssimo pra colocar outra historia paralela que enriquecesse mais a Temporada. Como o próximo arco seria estrelado pelo antagonista-mor da série, Derek, então surgiu a idéia de falar do passado dele. Quando ele ainda era apenas um aprendiz de mago e certamente muito mais canalha do que é hoje em dia. Formei novamente um grupo e demos inicio às aventuras.

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Infelizmente, devido a alguns contratempos, não pudemos finalizar a mesa, sobrando pra mim fechar o arco (pros leitores curiosos, nós havíamos parado na parte que o grupo vai pro Inferno). Daí, infelizmente, por falta de oportunidade e tempo (por que vontade não faltava!) essa foi a ultima vez que narrei um rpg baseado no Londres e que virou história. Eu estava muito excitado pra também fazer uma mesa do grupo da Sociedade de Prometeu, mas infelizmente não deu como mesmo. Estava de mudança do Ceará, chegando no Rio demorei alguns meses pra me socializar novamente (“terra estranha, gente esquisita, eu não to legal!”) e acabou que a série voltou a ser como era.

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Entretanto, o que valeu nisso tudo foi o aprendizado. Hoej, como escritor, busco sempre imaginar as situações como seriam numa mesa. Muitas vezes já peguei os dados só pra simular algum tipo de ação que: “nossa! Só em rpg isso acontece!”. E aqui estou levando até o seu fim. Claro que, se uma oportunidade surgir d’eu narrar o Londres novamente certamente irei abraçar de braços abertos!

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Então é isso pessoal. Compartilhando idéias e experiências com vocês, estarei sempre aqui trazendo qualquer “extra” sobre a série!

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Antes de mais nada, mil desculpas por dois dias sem atualizar. Realmente os últimos dias foram complicados pra mim vir e sentar no PC pra fazer qualquer coisa. Hoje então teve uma provinha na seleção de emprego e talz, acordei absurdamente cedo pra chegar na hora… enfim… só 2h30 da manhã é que eu acordei pra poder fazer este post!

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Mas, tudo bem! A vida continua! Aliás, tenho um presentinho aqui pros leitores do Londres de Trevas. Espero que gostem!

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Abraços.


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Uma das perguntas mais freqüentes que escuto desde que criei o Londres de Trevas é: “Quando ele vai sair em livro?”. Bom, a resposta não poderia vir em melhor hora depois de minha visita aos dois dias de RPGCon 2009.1 (sim, pq está previsto o .2). Lá eu pude conversar com as principais editoras de rpg do Brasil, e de quebra planejar como será a transição do Londres da web pras gráficas.

Então, primeiramente vamos esclarecer, eu não tenho uma preferência de Editora, mas vide alguns relatos das próprias editoras tem algumas que estão (definitivamente) cortadas de minha lista. Não vem ao caso eu ficar aqui dizendo quais são e porque estão cortadas, mas pra quem me conhece terá uma vaga idéia de qual estou me referindo.

O que aconteceu… No RPGcon tive uma conversa com as editoras e delas comecei a ficar pensativo sobre essa hipótese de livro. Sempre foi meu objetivo lançar em livro, mas eu nunca sabia quando e como. O editor da Devir foi bastante receptivo, entretanto, ele levantou questões que são obvias pra quem as escuta:

“Não dá pra publicar nada que já foi lançado de graça na rede.”

“O interessante seria publicar algo novo, também de sua autoria, como por exemplo uma continuação da saga. Isso ia atrair tanto novos públicos quanto os veteranos.”

“Ou, tem a opção de aproveitar enquanto você ainda é anônimo e tirar tudo que está na rede pra publicar em livros.”

Não dá pra publicar nada que foi lançado de graça na rede? Tudo cai na rede! A questão é: quem está disposto a ler as mais de mil páginas da Terceira Temporada na web??? Sim, nesses 5 anos de Londres, conheço muitas pessoas que dizem que não lêem o Londres pq ficam com a vista cansada no monitor. (sim, é de você mesmo que estou falando!). Os próprios leitores veteranos dizem que quando um episódio é muito grande (mais de 20 páginas) eles deixam pra ler em partes. Essa é a velha discussão que pra mim já está tomada como encerrada: a internet vai substituir o papel um dia?

Não! Podem vir quantos pdfs você quiser, nada vai substituir a sensação única de você deitar na sua caminha, pegar aquele livro de cabeceira, e fazer aquela boa leitura antes de ir dormir. E quando o assunto é RPG sou mais categórico: NÃO VAI substituir. (Palavras de Eriol… amém!).

Então, além da Devir, minhas conversas com outras editoras interessantes que estavam lá, como a Jambô e (por telefone) a Novo Século firmaram o que realmente falta pro Londres: as provas finais. Tá faltando que este que vos fala tomar vergonha na cara, terminar logo a Terceira Temporada, revisar, diagramar, imprimir e enviar pras Editoras. Claro que numa trilogia não irei começar pela terceira parte. Falta então eu terminar a Reescrita da Primeira Temporada, revisar, diagramar (sendo que este está quase feito, vide que eu digito num .doc), imprimir e enviar. Falando isso até parece fácil, mas não é. A verdade mesmo é que não vejo a hora de acabar logo a 3temp pra poder me dedicar exclusivamente a essa parte do Londres. Tentei meses atrás tocar os três projetos ao mesmo tempo, sabe o que eu descobri? Que eu tinha que escolher entre viver ou digitar o Londres, pq os dois não conseguiam coexistir =/.

E no meio disso tudo temos ainda a Quarta Temporada (ou Última Temporada). O capitulo final de nossa saga onde irei estrear o “verdadeiro” protagonista do Londres de Trevas: Andrew. Só que, depois receber o Choque de Retorno nas conversas com as Editoras sobre o destino que Londres terá que tomar, a 4temp foi a que me deixou mais chocado: ela não será, definitivamente, publicado na web. Não apenas ele como também outros projetos (ex: Voices, mas este ainda estou revendo isso). Pra mim que sou apaixonado pelo “londresdetrevas.com” foi triste ter que tomar essa decisão. Mas, ou era isso ou nunca ter uma decisão concreta do que quero pro futuro do Londres. E livro vem em primeiro lugar!

E assim termina nossa história. O que está decidido hoje:

  1. O que está no ar vai continuar no ar até segunda ordem. Isso inclui as versões reescritas da Primeira e Segunda Temporadas, que ficaram no ar até que eu as tire definitivamente. (OBS: quem estiver acompanhando-as, por favor, me envie um e-mail solicitando as continuações. Não terá problema nenhum eu os enviar pra vocês.)
  2. Quanto a Terceira Temporada irá continuar do jeito que está. Irei postar os Episódios até o fim da Temporada e até lá vai ficando no ar até eu começar a agilizar o lance das publicações.
  3. E a Quarta… bem, essa realmente tem mais chances de sair só em 2015 e em livro! =/

Acho que agora deu pra tirar algumas duvidas de meus leitores sobre o futuro do Londres! Até a próxima então!


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Este foi o conto que escrevi pra participar do mais recente concurso cultural da Editora Devir: Eu, Criatura. Infelizmente não ganhei, mas foi uma derrota honrosa, vide que os contos vencedores foram mil vezes melhores que o meu. Já que perdi mermo, vou postar aqui ele!

Ok, vamos às explicações. Primeiro às regras do concurso. O texto tem que ser escrito com no máximo 10 mil caracteres, e pra ser sincero foi isso que quebrou minnhas pernas, afinal atualmente por causa do Londres não consigo ser “tão resumido”. Outra coisa.. a versão original desse texto não é “resumido” como este. Depois que terminei sai retalhando-o e INFELIZMENTE não salvei a versão original. Agora já era… O jeito seria escrever de novo!

De qualquer modo, aos fãs de Londres de Trevas, fica um conto de realidade alternativa onde temos o nosso protagonista de Realign, John Kimble, como Lobisomem!!

Divirtam-se!

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Pra começar o blog pensei em falar sobre um assunto que comentei ontem com um amigo do msn e que durante um bom tempo eu explico várias vezes: “Como eu projeto os episódio do Londres”.

Bom, pra ser sincero isso até pra mim é novidade ^^. Te dou garantias que quando a Primeira Temporada e a Segunda foram escritas nem de longe passou pela minha cabeça “organizar as idéias”. Entretanto, logo no inicio da Terceira comecei a fazer tudo diferente. Por quê? Influências!

Tudo começou quando fui ver os extras de uma série americana que curto muito, Sma… er… bem…, que eu curto muito!  Nela mostrou como eram os bastidores dos escritórios dos escritores e produtores. claro que após muito blá-blá-blá sobre a série, eles logo mostraram como funciona a bagaça. Primeiro eles fazem uma reunião dai surge um Brainstorm (tempestade de idéias) no qual todos dão suas idéias de como deveria ser o episódio. Claro que, quando se está fazendo uma série de longa data e vc já está no meio do caminho de uma temporada, esses brainstorms ficam mais focados “no que precisa ser mostrado”, em virtude dos ganchos e continuidades.

Achei isso fantástico, por incrivel que pareça! Tipo, eu não tenho obviamente um equipe de produção, mas sinceramente, eu NUNCA, até então, parei pra anotar e estravasar todas as minhas idéias pras temporadas. A Primeira e Segunda temporadas de Londres eram feitas ali, na hora, enquanto digitava. Parecia uma narrativa de RPG: só no improviso. Em parte isso até ficou legal, afinal nao teria leitores até hoje! Entretanto, todos concordaram que a Terceira ficou milhões de vezes melhor que as anteriores E, principalmente, melhor estruturada.

Por quê? O simples fato d’eu pegar todas as ideias e jogá-las num quadro fez com que eu enxergasse a série de forma mais abranjente e, claro, organizá-la melhor. E foi a partir desta organização que nasceu a estrutura do Londres como é conhecida hoje: os Arcos.

Inicialmente eu pensei: “Cara… que merda que eu fiz! Criei uma porrada de personagem bons, só que não desenvolvi nenhum! Pior, aqueles que eram pra eu REALMENTE desenvolver, ficaram no banco” (hehehe… desculpa, Guto! :P ). Então, logo no inicio, enxuguei os personagens da segunda e os separei em grupos. Cada grupo teria um arco de história à parte no qual se ligaria à espinha dorsal da trama principal.

Então tivemos 5 arcos: 1 [sebastian, nick e erick], 2 [derek, stephanie e dan viper], 3 [james, keira, matt, phill e spark], 4 [danyael e lilith], e 5 [eriol, michelle e flávius]. Claro que isso foi no inicio, muito antes d’eu escrever o prólogo da 3temp. Hoje cada um desses arcos está um pouquinho maior, e com muitos mais personagens extras.

Dai, olhando pro quadro que tinha em casa (dica: uma lousa, seja de giz ou de pincel, é de uma ajuda Fantástica pros criadores de histórias!), pude planejar melhor a série, já pontuando os principais fatos e deixando bem claro a Trama Principal com seu Começo, Meio e Fim.

Depois de planejada a receita do bolo, vamos fazê-lo! Agora vem as novidades que fui apredendo ao longo desses últimos três anos!

Também influênciado, só que desta vez por um amigo (abraços, Wes!), a partir do episodio 40 (e alguma coisa… :P ) criei o que hoje chamo de “resumo de cenas”. O que é isso?

Nada mais é do que fazer a mesma coisa que fiz com a série antes, so que agora focado num unico episódio. Eu abro uma página em branco no word e começo a escrever bem resumidamente o que pretendo mostrar neste episódio. Exemplo:

Episódio XXX – resumo de cenas
Cena 1: Danyael chegará mais cedo do trabalho esperando encontrar aconhego nos braços de sua esposa Lilith. Entretanto, Danyael pegará Lilith com Sebastian na cama o que levará os portadores das espadas fuderosas num novo conflito – desta vez mortal^^.

Cena 2: Do outro lado da cidade, Eriol passou a madrugada estudando tendando descobrir uma forma de criar uma mulher “Sexy Doll” perfeita pra ele enfim largar de mão de ver filmes pornôs.

Cena 3: a luta entre danyael e sebastian continua (…).

Entenderam como funciona? Isso é bem simples de se fazer e muito fácil! Vcs não tem idéia de como isso ajuda pra baralho!!! Quem pretende ser escritor vai ai uma dica de ouro! Dei essa dica pra outro amigaço do msn (abraços, Luis!), no qual ele pretende (se conseguir encontrar uma vaga em suas 16hs de trabalho) fazer uma mini-série baseada no Londres. Pelo que ele me mostrou a série dele já ta praticamente pronta só com esses resumos de cena. Só falta mesmo fazer! É como eu disse… é igual a uma receita de bolo, depois é só seguir direitinho (ou não) e botar a mão na massa!

Então… é basicamente isso o que eu faço. Quando surge alguma idéia nova eu digito lá num .doc que tenho chamado “brainstorm” (não tenho mais um quadro negro T.T) e antes de fazer qualquer episódio faço esse resumo de cenas. com algumas excessões, como foi o Episódio 50, no qual deixei literalmente a mente fluir ^^ (pra mostrar que improvisações não são tão ruins assim!).

Na próxima, vou falar sobre técnicas de narrativa que também uso. Vou logo adiantando que não será nenhum Tele-curso 2000 sobre histórias e narrativas! Vou contar apenas minha experiencia pessoal. Se não gostar… um abraço!

Até!


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